adicionar à lista de desejos
Manda-me Amor Camões
E outros afins
Editor:
Edições Cosmos, maio de 2026 ‧
ver detalhes do produto
22,50€
10% DESCONTO
IMEDIATO
Y0VKalYwWm9RM3A0V1dWS2NXODJOVUZDWkdWVWRHSTFiM0ZqVGpBM1kyMDVaMGMwUTNOVGVUWlFUamhhUTNGbGJUY3JTVEJaTUVGak9DdFBOV1ZUWW5aME9VOUNlbmhMVjJWT1R5ODFibFZCVkRsUlQzQjZOMHhQTjJZM1JXOXpVa2QxYWpoV2NGZFlWRXBzVlUxMmVtbzRaWGhMVW5OUFlWRjRiaXQwUzFSc1NWWnVlVUl4ZVZSQlYwMXljRzh4TTJOTk9FWlZMM3BuWm1OS1lXdE9PRmxvTWpKU1V6QlNaM3B5TnpoVVNGRjRkMVkwUVVjelpVOVRLMFZLYmpOU04yVXpiVFpzVm04dlpXdHBXVXhLVXpGc1FqUnJVVWxDWTFNeWFsaFVOVXhRU1ZveVZuTjNabW8yWjA1RVQzbHJjbmc0YjFsa1IyTjBSbGhyYmpoYVdXcHdhVkptYjNkbFQzUkpMMGN4WkhrdmFtZFpObU5xZDNKdk5FaDVNa0pQV25kMGQwRkxSRXhOV1RKUlMxUjRkME12YWxOUVJ5OTJTamRJWWt3MFVXeEpXSGg2YVVOWkswTXlaVk13TTJOS1IyWlJSVEpVVFhGcFdUaFpXRlowZUdwek5IWkZOVWhYVVhKSVMwOTRXVWswWkRONFIzUnVTRk5wWkZSRVRXWkZlVFZrY21OTVQwUTFaVU5UV0haVlV6ZEhWVWhGUVdSQmNubHpkQ3RZZHpKSmRHdG1OMFkyZW1SRFlYcFdhR1pzZHpoTVJ6Z3ljV1JqV2poQkwwNWFiVTVFUVRoRldUQXZZbTVIWjFSNFUwRjRPWHBIYTBWb0swZ3JjRE0wU2xoVldEZzRlbEZqUWpWMVFXVktWMmhMYmtOd09FWjZNV3BPTDJ0S2NERkpjV1kxZWxCUVNXNDVhVkpTWkZsS0wxTnRPRXBYUWtKTGRrSjFaR2sxV1VReVNuRmxlWEZRYWtReVdEVjRTMGREU25KSWJEQkNUVGxJYkhjck5tUndjMlZXZDBFM09EUllTbmd2Y1RaYU0wSk5NRmxpZVVoS2RrNXRNUzl2V1dScVJVUnhXalJXSzFsWVUyZFVaejA9Om53NjVTbktvQXk0UGxBd1dtMjhIcUE9PQ==
portes grátis
SINOPSE
O tempo de existência de Luís de Camões deve ser considerado um dos mais brilhantes momentos de sempre da produção cultural e artística portuguesa. Num pano de fundo conturbado, desesperançado no futuro, descrente, emerso em generalizada crise na qual o Renascimento se esfuma, as conexões de Luís de Camões com as artes do seu tempo, à luz da estética do Maneirismo internacional, souberam abraçar de modo fervoroso os seus cânones de rebeldia e liberdade.
A comprovada relação do poeta com a Pintura (Fernão Gomes), com a Iluminura (Jerónimo Corte-Real), com a Caligrafia (Giraldo de Prado e Manuel Barata), com a Literatura de Viagens (Fernão Mendes Pinto), com a Teoria das Artes (Francisco de Holanda), com as Ciências (Pedro Nunes), com a Botânica (Garcia de Orta), com a História (Diogo do Couto, Francisco de Andrada), com o Teatro (Jorge Ferreira de Vasconcelos), com a Gravura (Jerónimo Luís) e com o melhor escol de poetas e escritores coetâneos, dá corpo a uma fase da cultura nacional que tem contornos de unicum e que a afirmam a nível internacional, contrariando a repetida mas errónea tese da decadência…
Génio consagrado pelos contemporâneos no plano máximo da conjuntura literária peninsular, o vate não foi, porém, personalidade isolada que brilha e se agiganta numa larga floresta de figuras menores. Nem é o poeta que conflitua e recusa relações de criação com os seus pares: novos contributos documentais provam as amizades de Camões com outros poetas de craveira como é o caso de António Ferreira, Diogo Bernardes, Pero de Andrade Caminha, D. Francisco de Moura e Francisco de Sá de Meneses, Conde de Matosinhos, sem esquecer o seu amigo D. Manuel de Portugal nem, sobretudo, Jerónimo Corte-Real, figura de primeiríssimo plano na cultura do tempo e sempre considerado poeta excelentíssimo, a par do vate.
Por outro lado, documentos de arquivo e testemunhos credíveis colocam-no com absoluta certeza presente em duas cortes na aldeia do termo de Santarém: uma delas, Vaqueiros, comenda de D. Gastão Coutinho (e de seu filho D. Gonçalo Coutinho), a outra Vale de Figueira, onde o poeta D. Manuel de Portugal (que era, também, tio por afinidade de Jerónimo Corte-Real) dinamizava uma tertúlia de literati, e onde a personagem Amôncio, ligada à saga do profeta Jonas, um tema benquisto da melhor pintura maneirista europeia, pode ser vista como anagrama do autor de Os Lusíadas.
A comprovada relação do poeta com a Pintura (Fernão Gomes), com a Iluminura (Jerónimo Corte-Real), com a Caligrafia (Giraldo de Prado e Manuel Barata), com a Literatura de Viagens (Fernão Mendes Pinto), com a Teoria das Artes (Francisco de Holanda), com as Ciências (Pedro Nunes), com a Botânica (Garcia de Orta), com a História (Diogo do Couto, Francisco de Andrada), com o Teatro (Jorge Ferreira de Vasconcelos), com a Gravura (Jerónimo Luís) e com o melhor escol de poetas e escritores coetâneos, dá corpo a uma fase da cultura nacional que tem contornos de unicum e que a afirmam a nível internacional, contrariando a repetida mas errónea tese da decadência…
Génio consagrado pelos contemporâneos no plano máximo da conjuntura literária peninsular, o vate não foi, porém, personalidade isolada que brilha e se agiganta numa larga floresta de figuras menores. Nem é o poeta que conflitua e recusa relações de criação com os seus pares: novos contributos documentais provam as amizades de Camões com outros poetas de craveira como é o caso de António Ferreira, Diogo Bernardes, Pero de Andrade Caminha, D. Francisco de Moura e Francisco de Sá de Meneses, Conde de Matosinhos, sem esquecer o seu amigo D. Manuel de Portugal nem, sobretudo, Jerónimo Corte-Real, figura de primeiríssimo plano na cultura do tempo e sempre considerado poeta excelentíssimo, a par do vate.
Por outro lado, documentos de arquivo e testemunhos credíveis colocam-no com absoluta certeza presente em duas cortes na aldeia do termo de Santarém: uma delas, Vaqueiros, comenda de D. Gastão Coutinho (e de seu filho D. Gonçalo Coutinho), a outra Vale de Figueira, onde o poeta D. Manuel de Portugal (que era, também, tio por afinidade de Jerónimo Corte-Real) dinamizava uma tertúlia de literati, e onde a personagem Amôncio, ligada à saga do profeta Jonas, um tema benquisto da melhor pintura maneirista europeia, pode ser vista como anagrama do autor de Os Lusíadas.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789727624621 |
| Editor: | Edições Cosmos |
| Data de Lançamento: | maio de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 230 x 45 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 570 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
História da Literatura
|
| EAN: | 9789727624621 |