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Maldecir El Amor

de Paula Ramos
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: RBA Libros, abril de 2026 ‧
22,32€
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UN ROMANCE PARA LOS AMANTES DE LAS PELÍCULAS DE LOS 2000 CON UN TOQUE MUY GAMBERRO. ¿EL AMOR HA MUERTO O SOLO ESTÁ CIEGO? Anne Prescott siempre ha sido una descreída del amor. Por eso, cuando su mejor amiga acaba con el corazón roto a unos meses de su boda, Anne no puede evitar maldecir la idea azucarada que nos han vendido de un «felices para siempre» que, realmente, no existe. Pero su arrebato tiene consecuencias y se materializan en la visita de Miss Fire, una señora enfundada en un traje rojo con una lengua más afilada que sus stilettos, que afirma ser la mismísima Cupido. Por supuesto, Anne piensa que la pobre mujer ha perdido la cabeza, pero poco después comienzan a desfilar por su vida toda una serie de pretendientes que podrían ser el hombre perfecto «si pusiese un poquito de su parte». Sin embargo, la puntería de sus flechas parece brillar por su ausencia, y ahora Anne necesita pararle los pies a Cupido antes de que el amor acabe con ella. Porque si fuese como en las películas, nadie estaría soltero. UNA COMEDIA ROMÁNTICA DONDE EL AMOR SE VISTE DE ROJO

Maldecir El Amor

de Paula Ramos

Propriedade Descrição
ISBN: 9788410984745
Editor: RBA Libros
Data de Lançamento: abril de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 155 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788410984745

SOBRE O AUTOR

Paula Ramos

Paula Ramos nasceu em Lisboa a 7 de março de 1957.
Frequentou o Liceu Maria Amália. Depois do 25 de abril recusou-se a fazer o serviço cívico, mais tarde, por insistência dos pais, terminou o 12º ano no Liceu Camões.
Apesar de ser socialmente da classe média, a família lutou contra o Estado Novo e teve vários familiares presos pela PIDE.
A palavra liberdade fazia parte do vocabulário de casa. "Da porta para dentro é uma democracia" dizia-lhe sempre o pai.
Talvez por isso tenha tido tanta dificuldade em se integrar no Liceu, onde se sentia insegura e presa.
Viveu por isso o dia 25 de abril com deslumbramento e hostilizou todos os movimentos que não fossem democráticos.
Nenhum trabalho a realizou, foi apenas uma forma de subsistência.
Ler foi sempre o seu vício, escrever o seu sonho.

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