El Cuaderno De Los Amores Perdidos

de Paula Ramos
idioma: espanhol
Editor: RBA Libros, setembro de 2025 ‧
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Skye creía que quedarse atascada ante la página en blanco era el peor escenario posible. Poco podía imaginar que su bloqueo de escritor acabaría con una adivina con intenciones cuestionables, una pluma mágica y un puñado de novelas inacabadas. Pero las reglas son claras: debe resolver cada uno de sus romances antes del próximo Beltane o atenerse las consecuencias. Y conforme la noche de fuego y flores se aproxima, la magia decide darle un último empujoncito: si no es capaz de encontrar la inspiración para sus historias, deberá vivirlas en primera persona. Atrapada entre mundos de fantasía y aventuras, la escritora se verá obligada no solo a enfrentarse a los conflictos de sus personajes, sino también a sus propios sentimientos. Porque mientras Jack y Gavin reclaman su lugar en la historia y en su corazón, Skye descubrirá que, si bien la imaginación es la clave para crear mundos, el amor es el motor de todos los universos.El tiempo corre, la magia espera... y el final aún no está escrito.Llega el esperado final de la bilogía Amor en borrador.

El Cuaderno De Los Amores Perdidos

de Paula Ramos

Propriedade Descrição
ISBN: 9788410983472
Editor: RBA Libros
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 155 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 384
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9788410983472

SOBRE O AUTOR

Paula Ramos

Paula Ramos nasceu em Lisboa a 7 de março de 1957.
Frequentou o Liceu Maria Amália. Depois do 25 de abril recusou-se a fazer o serviço cívico, mais tarde, por insistência dos pais, terminou o 12º ano no Liceu Camões.
Apesar de ser socialmente da classe média, a família lutou contra o Estado Novo e teve vários familiares presos pela PIDE.
A palavra liberdade fazia parte do vocabulário de casa. "Da porta para dentro é uma democracia" dizia-lhe sempre o pai.
Talvez por isso tenha tido tanta dificuldade em se integrar no Liceu, onde se sentia insegura e presa.
Viveu por isso o dia 25 de abril com deslumbramento e hostilizou todos os movimentos que não fossem democráticos.
Nenhum trabalho a realizou, foi apenas uma forma de subsistência.
Ler foi sempre o seu vício, escrever o seu sonho.

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