La Magia De Las Historias Olvidadas

de Paula Ramos
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: RBA Libros, março de 2025 ‧
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Skye lleva años en busca de la historia perfecta, pero esta parece no llegar nunca. Una trama tras otra, es incapaz de poner punto final a ninguna de sus novelas. Y cuando la inspiración la abandona, lo único que le queda es Books & Mac, la librería en la que trabaja junto a Gavin, su misterioso y atractivo jefe, el mismo que no le da ni la hora.áPero Edimburgo tiene una magia especial y, una vez al año, se viste de flores y fuego para celebrar Beltane. En esa noche, los límites de lo real y lo imposible se desvanecen, y la ciudad le concederá una última oportunidad para reconciliarse con su sueño: una pluma con la que dar vida a sus historias y un año para conseguirlo.Entonces Skye descubrirá que aquello que más deseamos a menudo tiene un alto precio, sobre todo cuando aparezca Jack para poner su vida patas arriba con su sonrisa atrevida y un carisma arrollador.áDicen que los cuentos de hadas no existen. Pero en las historias, como en el amor, todo es cuestión de magia.á

La Magia De Las Historias Olvidadas

de Paula Ramos

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411329378
Editor: RBA Libros
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 155 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 416
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9788411329378

SOBRE O AUTOR

Paula Ramos

Paula Ramos nasceu em Lisboa a 7 de março de 1957.
Frequentou o Liceu Maria Amália. Depois do 25 de abril recusou-se a fazer o serviço cívico, mais tarde, por insistência dos pais, terminou o 12º ano no Liceu Camões.
Apesar de ser socialmente da classe média, a família lutou contra o Estado Novo e teve vários familiares presos pela PIDE.
A palavra liberdade fazia parte do vocabulário de casa. "Da porta para dentro é uma democracia" dizia-lhe sempre o pai.
Talvez por isso tenha tido tanta dificuldade em se integrar no Liceu, onde se sentia insegura e presa.
Viveu por isso o dia 25 de abril com deslumbramento e hostilizou todos os movimentos que não fossem democráticos.
Nenhum trabalho a realizou, foi apenas uma forma de subsistência.
Ler foi sempre o seu vício, escrever o seu sonho.

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