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Mafalda. En Esta Familia No Hay Jefes

de Quino
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, outubro de 2019 ‧
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El retrato de todas las familias según el mejor humorista de todos los tiempos. «En esta familia no hay jefes, somos una cooperativa». Lo dijo Mafalda cuando un vendedor llamó a su puerta preguntando si el jefe de la casa podía salir al rellano. Evidentemente, la niña entendió que en los tiempos que corren eso era una tontería. Rebelde, inteligente e idealista, Mafalda comprende mejor que cualquier adulto que en su casa no debería haber estereotipos. La familia sin apellido de Mafalda es algo más que una foto en el mueble-bar: quiere más. De hecho, desde la primera viñeta hasta la última, emprende un viaje para defenderse de la vulgaridad a la que parecía abocada, para salir de la monotonía, para demostrar que la normalidad no existe y que las bases de lo que significa "ser familia", en todo caso, las pondrá cada uno de ellos. La crítica ha dicho...«Con ustedes, la filósofa con lacito con la que han crecido varias generaciones, [...] la Greta Thunberg de la historieta. [...] Por su espíritu contestatario, humor cuchillero y costumbrismo con guiños progres, Mafalda jamás pasará de moda. [...] Quino se ganó la inmortalidad y los amantes de las viñetas una heroína para todos los públicos. Una que, a la que te descuidas, te suelta en plan filósofa: "¿Qué te gustaría ser si vivieras?"»El Mundo «Cabezona, libre, idealista, con la lengua larga y la falda siempre puesta. Mafalda ha vuelto. [...] Han pasado décadas, y sus aventuras no dejan de ser un soplo de aire fresco, todo un catálogo doméstico-social. Si eres mafaldista o mafaldero, te va a gustar, che... Mirá, pibe. No son pelotudeces.»Ana Abelenda, La Voz de Galicia - Fugas «Como buen clásico, no solo aguanta la revisión de los años, sino que va ganando en contenido.»El País «Por todas esas dudas que genera sobre mí misma, Mafalda sigue siendo una Biblia. El más honesto de todos los libros sagrados. El que debemos mostrar a los niños nada más empiecen a leer.»Luna Miguel, El Diario «Lumen abre una ventana más para recuperar esta joya de nuestro pasado colectivo que, con la reedición de las tiras cómicas, vuelve a enraizarse en un presente en el que cobra un sentido verdaderamente prometedor. Mafalda ha regresado y, de alguna manera, podemos pensar que nunca se había marchado; que había transitado un imaginario silencioso pero afianzado, latente. Que la obra de Quino, de poderosa imaginería visual y rupturista tesis discursiva, estuvo -y sigue estando- muy adelantada a su tiempo.»Zenda «Mafalda, esa niña que, a estas alturas, ya debería ser Patrimonio de la Humanidad. Básica para la vuelta a la rutina.»El País «No tiene importancia lo que yo pienso sobre Mafalda. Lo importante es lo que Mafalda piensa de mí.»Julio Cortázar «Mafalda es una heroína de nuestro tiempo.»Umberto Eco «Creo que, junto con El Eternauta, Mafalda es la historieta más influyente. Es un icono argentino como el alfajor, Fangio, Gardel o el Obelisco. Mafalda está en el subconsciente argentino.»Liniers ...

Mafalda. En Esta Familia No Hay Jefes

de Quino

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426407283
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788426407283

SOBRE O AUTOR

Quino

Autor de banda desenhada (BD), caricaturista e ilustrador argentino, Quino, pseudónimo de Joaquín Salvador Lavado ((Mendoza, Argentina, 17 de julho de 1932 - 30 de setembro de 2020), sendo filho de imigrantes espanhóis originários de Fuengirola (Málaga).
Uma vez terminados os estudos em Belas-Artes, Quino tentou a sua sorte como desenhador na capital argentina, Buenos Aires, quando tinha 18 anos. Não conseguindo trabalho, regressou a casa e fez diversos cartazes publicitários nos seus primeiros anos de trabalho, até que se mudou para Buenos Aires, em 1954, onde o seu trabalho acabaria por, a pouco e pouco, ser devidamente reconhecido.
Começou a trabalhar como ilustrador para títulos tão diversos como Avivato, Esto Es, Que, Siete Dias, Tia Vicenta, Vea y Lea, entre outros, fazendo abundante número de caricaturas. Nos seus primeiros trabalhos nota-se que sofreu influências plásticas de Walt Disney e do argentino Guillermo Divito.
Mundo Quino, título do seu primeiro livro, foi editado em 1963.
Em 1964 surgiu a sua personagem emblemática, Mafalda, a contestatária, série de banda desenhada publicada nos jornais em tiras (curta sequência de quadradinhos), que inicialmente tinha sido imaginada para uma campanha publicitária a eletrodomésticos e que, entretanto, acabou por ser recusada. Inicialmente, Mafalda foi publicada no suplemento de humor da revista Leoplán, com três tiras, passando a surgir regularmente em Primera Plana (1964), depois no El Mundo (1965) e finalmente no Siete Dias (1967), terminando em 1973, apesar do grande sucesso alcançado em diversos países. Esta decisão prendeu-se com o desejo do autor de se dedicar inteiramente ao desenho de humor, à caricatura, por um lado, e de não cair na sempre dificilmente inevitável armadilha da repetição de ideias. A popularidade e atualidade da Mafalda continuam, apesar da BD desta personagem ter terminado há décadas. Para além disso, está associada a séries de desenhos animados e a diversos produtos derivados.
A obra de Quino é muito vasta, encontrando-se editada nas principais línguas. Os seus Cartoons, aparentemente tão simples, retratam como poucos os inacreditáveis meandros da burocracia, a sempre surpreendente estupidez humana, a prepotência dos mais fortes sobre os mais fracos, entre outras célebres evocações que são recorrentes da sua obra, marcada por um humor e um grafismo sem igual.
O autor, que em Portugal tem um grande número de livros editados pela Dom Quixote, Bertrand e Teorema, já se deslocou ao nosso país para encontros com os jornalistas e os leitores portugueses em 2001 e em 2003.
Foi distinguido várias vezes, destacando-se: o Troféu Palma de Ouro do Salão Internacional de Humorismo de Bordighera (1978), "Desenhista do Ano" a nível mundial (1982), o Prémio B' nai B' rith Derechos Humanos (1998) e o Prémio Quevedos de Humor Gráfico (2001).
Foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias na categoria de Comunicação e Humanidades em 2014.

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