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Madre Mujer Muerta

de Adolfo García Ortega
idioma: espanhol
Editor: Galaxia Gutenberg, S.L., outubro de 2025 ‧
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Finales del siglo xix. La joven Galia Cervino busca un lugar en el mundo donde ser feliz. Sin embargo, el mundo en que vive es una maraña de obstáculos y dificultades que presagian el drama, en lo social y en lo físico. Galia cruzará su vida con la de Luis Selva, un médico culto, solitario y atormentado por su naturaleza homosexual, quien la rescatará de su destino y reconstruirá la historia de la joven con consecuencias imprevisibles, llegando a un límite que no siempre es fácil traspasar: él querrá ser ella, como redención y como venganza. Ambientada en la Castilla que empieza a abrirse a la industria y a los conflictos sociales, la nueva novela de Adolfo García Ortega aborda de manera original cuestiones como la maternidad, las clases sociales, el amor y la liberación real de la mujer en un contexto de dureza y desigualdad. En este singular y emocionante relato, se refleja la reivindicación de la mujer en los albores de un feminismo que retrata la aspiración de las jóvenes a ser ellas mismas, cuando la sociedad se lo impedía cruelmente. Madre mujer muerta es una novela realista cargada de un simbolismo que sigue siendo actual. Por sus páginas sobrevuela una España de desigualdades y divisiones, preludio de las grandes crisis del siglo xx, encarnadas en Galia y Luis, dos personajes memorables que buscan a ciegas un espacio propio y libre.

Madre Mujer Muerta

de Adolfo García Ortega

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387605155
Editor: Galaxia Gutenberg, S.L.
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 130 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9791387605155

SOBRE O AUTOR

Adolfo García Ortega

Nasceu em Valladolid em 1958. Escritor, tradutor e colunista. Em 1975, apaixonou-se por Madrid e escolheu esta cidade como sua residência. Enquanto fazia parte do renascimento político da esquerda, trabalhou em vários empregos, como encanador, carpinteiro e funcionário do serviço postal, estudava as disciplinas da Filologia Hispânica e Filologia Francesa. A França é uma de suas grandes paixões, pela sua cultura e pela sua língua, como prova do seu trabalho como tradutor literário de francês, atividade que combinou sem interrupção enquanto escritor. Nos anos 80, dedicou-se principalmente ao jornalismo cultural e à crítica literária, especialmente nos jornais El País, La Vanguardia e Diario 16, bem como em muitas revistas culturais da época. Entre 1988 e 1995, foi consultor do Ministério da Cultura, fazendo parte do gabinete dos sucessivos ministros de Solana, Semprún e Solé Tura. De 1995 a 2000, foi editor do El País-Aguilar, e foi diretor até 2007 da Seix Barral. Desde então, trabalha na área editorial do Grupo Planeta, em funções consultivas. Escreve habitualmente para alguns jornais nacionais.

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