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La Belleza De Lo Literario

de Adolfo García Ortega
idioma: espanhol
Editor: EOLAS EDICIONES, fevereiro de 2026 ‧
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Los libros son el parteaguas de dos acciones: la escritura y la lectura, dos etapas consecutivas de un mismo proceso. Un proceso complejo, pues afecta a la representación del mundo y a su interpretación, espacios contiguos pero separados. Lo literario es la llama que salta de la fricción entre esos dos espacios, cuyo territorio común llamamos literatura. También son los libros la convergencia de escritores y lectores en una sola función, la de transitar por el texto, que es soberano, bello, fecundo y, casi siempre, asombroso. Este libro es una reflexión sobre la materia intangible de que está hecha la literatura y a su vez es un viaje con lectores y lectoras al centro mismo de las obras literarias: el pacto para comprender su mecanismo y su belleza.

La Belleza De Lo Literario

de Adolfo García Ortega

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387753825
Editor: EOLAS EDICIONES
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 120 x 160 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9791387753825

SOBRE O AUTOR

Adolfo García Ortega

Nasceu em Valladolid em 1958. Escritor, tradutor e colunista. Em 1975, apaixonou-se por Madrid e escolheu esta cidade como sua residência. Enquanto fazia parte do renascimento político da esquerda, trabalhou em vários empregos, como encanador, carpinteiro e funcionário do serviço postal, estudava as disciplinas da Filologia Hispânica e Filologia Francesa. A França é uma de suas grandes paixões, pela sua cultura e pela sua língua, como prova do seu trabalho como tradutor literário de francês, atividade que combinou sem interrupção enquanto escritor. Nos anos 80, dedicou-se principalmente ao jornalismo cultural e à crítica literária, especialmente nos jornais El País, La Vanguardia e Diario 16, bem como em muitas revistas culturais da época. Entre 1988 e 1995, foi consultor do Ministério da Cultura, fazendo parte do gabinete dos sucessivos ministros de Solana, Semprún e Solé Tura. De 1995 a 2000, foi editor do El País-Aguilar, e foi diretor até 2007 da Seix Barral. Desde então, trabalha na área editorial do Grupo Planeta, em funções consultivas. Escreve habitualmente para alguns jornais nacionais.

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