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idioma: espanhol
Editor: Galaxia Gutenberg, S.L., junho de 2026 ‧
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El incendio de una estación de metro en Madrid, en los años ochenta del pasado siglo, saca a la luz los restos de un cuerpo calcinado cuya identidad es un enigma para la policía. Los inspectores Batista y Esquivel se pondrán así tras el rastro de un extraño bibliófilo o falsificador que está en paradero desconocido para todo el mundo. El rastro conduce a otro tiempo y otra investigación llevada a cabo treinta años atrás y ligada al parque de El Retiro madrileño y a unos macabros asesinatos todavía sin resolver. La trama de esta novela desata un sinfín de equívocos que inducen a los investigadores a asumir que entre la verdad y la mentira hay una frontera muy tenue. Se adentrarán por un laberinto perverso que los abocará a las puertas de lo increíble: una historia de amor en la que todo lo evidente es sospechoso de irrealidad cuando aparece un terrorífico elemento inesperado. Insólita novela de amor y terror, Lobo supuso una nueva perspectiva en el género de la intriga policial cuando se publicó por primera vez en el año 2000. Ahora ve de nuevo la luz en una versión corregida. De ella ha escrito Luis Mateo Díez: 'Quien haya leído otros libros de Adolfo García Ortega encontrará fácilmente en Lobo la línea de continuidad no sólo de su escritura, el gusto por la indagación y la extrañeza de lo cotidiano, sino también el planteamiento innovador de sus fábulas'.

Lobo

de Adolfo García Ortega

Propriedade Descrição
ISBN: 9791388019036
Editor: Galaxia Gutenberg, S.L.
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9791388019036

SOBRE O AUTOR

Adolfo García Ortega

Nasceu em Valladolid em 1958. Escritor, tradutor e colunista. Em 1975, apaixonou-se por Madrid e escolheu esta cidade como sua residência. Enquanto fazia parte do renascimento político da esquerda, trabalhou em vários empregos, como encanador, carpinteiro e funcionário do serviço postal, estudava as disciplinas da Filologia Hispânica e Filologia Francesa. A França é uma de suas grandes paixões, pela sua cultura e pela sua língua, como prova do seu trabalho como tradutor literário de francês, atividade que combinou sem interrupção enquanto escritor. Nos anos 80, dedicou-se principalmente ao jornalismo cultural e à crítica literária, especialmente nos jornais El País, La Vanguardia e Diario 16, bem como em muitas revistas culturais da época. Entre 1988 e 1995, foi consultor do Ministério da Cultura, fazendo parte do gabinete dos sucessivos ministros de Solana, Semprún e Solé Tura. De 1995 a 2000, foi editor do El País-Aguilar, e foi diretor até 2007 da Seix Barral. Desde então, trabalha na área editorial do Grupo Planeta, em funções consultivas. Escreve habitualmente para alguns jornais nacionais.

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