Machado de Assis - Contos e Crónicas

de Machado de Assis
idioma: português do brasil
Editor: Malê, junho de 2019 ‧
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Considerado por muitos estudiosos como o maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis, assim como diversos intelectuais negros de sua época, teve sua imagem branqueada para atender aos ideais racistas. Este branqueamento se dava no processo de clareamento das imagens, em fotos e ilustrações e na modificação dos traços físicos das pessoas ilustres que eram representadas. Com o tempo, infelizmente, muitos desses intelectuais negros ficaram conhecidos por diversas gerações como pessoas brancas.

Lançada pela faculdade zumbi dos palmares e pela agência grey, a campanha Machado de Assis real, pede que leitores imprimam a nova imagem do escritor e colem sobre a tradicional foto impressa em seus livros. Como engajamento na ação que visa resgatar a negritude nas representações de Machado de Assis, a editora malê lança o livro Machado de Assis -Contos e crônicas, uma coletânea com os contos mais populares e com os textos (contos e crônicas) em que o autor aborda a questão racial.

O livro é uma ótima oportunidade de apresentar para as presentes e futuras gerações o Machado de Assis real.

Machado de Assis - Contos e Crónicas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788592736484
Editor: Malê
Data de Lançamento: junho de 2019
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 208 x 138 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9788592736484

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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