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Lucky Luke - Os Choco-Boys

de Ralf König
Editor: A Seita, maio de 2022 ‧
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Até um cowboy precisa de férias, e quando o cowboy é Lucky Luke, as coisas nunca são simples! E guardar vacas em campos verdejantes também não vai ser simples. São vacas suíças, cheias de leite e... púrpuras?

Sim, o Velho Oeste descobriu finalmente o chocolate suíço, mas nem por isso deixam de existir outras ameaças, desde caçadores de autógrafos, tão problemáticos quanto os caçadores de recompensas, ao velho chefe Sitting Butch da tribo dos Chicory, e aos pobres cowboys solitários Bud e Terence, cuja busca por simples afecto vai causar o caos na perigosa cidade de Straight Gulch.

Ralf König é um grande admirador de Morris desde a sua infância, e Calamity Jane foi uma das primeiras histórias de banda desenhada que König leu com entusiasmo, e também por isso a lenda da espingarda amaldiçoada não ia faltar nesta homenagem ao cowboy que dispara mais rápido que a sua sombra. Um livro que derrete na boca de tão divertido que é... como um chocolate suíço!

Lucky Luke - Os Choco-Boys

de Ralf König

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895338283
Editor: A Seita
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 231 x 289 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Humor
EAN: 9789895338283

Fantástico

Sandra jorge

Para quem ama a banda desenhada! Este livro do Lucky Luke arranca gargalhadas. Muitas ¿ Recomendo! Para todas as idades

Imperdível

Luís B. Santos

Uma nova forma de abordar Lucky Luke que foi plenamente conseguida. Hilariante, original e imperdível. Excelente edição e a preço correcto.

SOBRE O AUTOR

Ralf König

Nascido em 1960 em Soest, na Alemanha, Ralf König e depois de desenhar demasiados Patos Donald na infância, foi inesperada e subitamente admitido na Escola de Artes de Düsseldorf, onde conseguiram que se portasse bem ao longo de 5 anos. Os professores nem deram por ele, mas fartou-se de ilustrar banda desenhada. Apesar de uma predisposição para o mesmo sexo e um excesso de imaginação comprovados, libertaram-no após dez semestres. Desde então, tem massacrado o público alemão e não só com as suas figuras hedonistas e desinibidas de nariz abatatado, o que, em 1993, lhe mereceu a acusação do Escritório do Bem-Estar da Juventude Bávaro de normalizar a homossexualidade e discriminar a heterossexualidade (a liberdade artística safou-o dessa). Ralf König vive e faz os seus rabiscos em Colónia, felizmente sem ser molestado pelas autoridades.

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