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Los Orígenes De La Estatuaria China

de Victor Segalen
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, Janeiro de 2018 ‧
12,18€
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«Lo más fascinante de este relato es la sensación de misterio que comunica. Por descontado que Segalen está buscando el acontecimiento. Cree que el acontecimiento que va a marcar su vida se encuentra en la China profunda. En las comarcas de su antiorigen, en las antípodas de su cultura occidental. Un médico francés quiere asistir al nacimiento del Imperio chino. ¿Cómo? A partir de su estatuaria, sabiendo que las esculturas definen mucho una cultura, la caracterizan, la marcan, la tornan bastante transparente, pues a través de ellas es posible percibir el grado de civilización de un pueblo. Segalen sabe que con que llegue a él una sola escultura de la época del Primer Emperador (260-210 a. C.) bastará para que, de pronto, de ese único objeto surja todo un periodo histórico, al igual que de la magdalena de Proust surge todo el universo de los Guermantes».Del prólogo de Jesús Ferrero

Los Orígenes De La Estatuaria China

de Victor Segalen

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417308247
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Artes em Geral
EAN: 9788417308247

SOBRE O AUTOR

Victor Segalen

"Literariamente marginalizado em vida, Victor Segalen tem agora uma boa reputação póstuma com direito ao inquérito que apenas consegue dar realce, numa biografia neutra, à mãe autoritária, à miopia forte e à morte singular. Mal damos por ele nas suas viagens de fim de mundo, vinte e cinco anos depois de nascido em Brest, 1878, quando seis planetas em signos de terra lhe concertam no céu astrológico um 'horror ao mar' que passa a ironia maior na sua carreira da Marinha. E sendo ironia, por certo vai também ser privilégio do médico de bordo todo literato e entregue aos seus livros do Deferente (lembremos aqui 'Os Imemoriais' sobre os Maoris; os poemas chineses de 'Stèles'; os poemas de 'Thibet'; o romance - à falta de melhor palavra 'Equipée'...), ou seja, entregue aos seus livros de homem das lonjuras que vê o mundo e diz sempre por escrito as suas visões assombradas quase sempre por um 'Real-Limite' a todo o passo tocado pela fluidez do Imaginário. Subitamente esvaído, Victor Segalen regressa à Europa: ainda vai ser amigo de Gourmont, Debussy e Huysmans antes de preparar a morte prematura, doente não se sabe nunca de quê. 'Fui cobardemente traído pelo meu corpo!' - queixume numa carta dos últimos dias a Jean Lartigue - 'De há muito este corpo me incomodava mas lá ia obedecendo, razão de eu ter podido arrastá-lo a corrupios vários que não eram, na aparência, feitos para ele (...) Sífilis: zero; tuberculose: zero; anemia: zero; paludismo: zero. (...) Não tenho nenhuma doença conhecida, apanhada, verificável, e assim mesmo tudo é como andar gravemente afetado. Já não me peso; não quero saber de remédios; só vejo, muito simplesmente, a vida afastar-se de mim.' Solitário, em maio de 1919 hospeda-se num albergue da Finisterra, na floresta de Huelgoat que é centro mítico do Ciclo do Rei Artur, e manhã mal nascida sai de aparente passeio para morrer debaixo de uma árvore com o 'Hamlet' aberto numa cena do III Ato".
Aníbal Fernandes, na introdução de "A Cidade Proibida".

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