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Editor: Quetzal Editores, setembro de 2010 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade. Avassalador e marcante, Livro expõe a poderosa magnitude do sonho e a crueza, irónica, terna ou grotesca, da realidade. Através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de Livro são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura. Livro confirma José Luís Peixoto como um dos principais romancistas portugueses contemporâneos e, também, como um autor de crescente importância no panorama literário internacional.

«O dom de Peixoto para a escrita é algo raro, de beleza rítmica.»
The Guardian

«Um escritor que levanta bem alto a literatura do seu país.»
Le Figaro

«Peixoto surpreende pela profundidade estilística com que mostra seguir o exemplo maiúsculo do grande José Saramago e pela coragem de criar, hoje, estruturas narrativas solidamente actuais sob os exemplos, também, de Faulkner, Rulfo, Donoso.»
L' Unitá

«A prosa encantatória e audaz de Peixoto é consistentemente bela, inacreditavelmente rica e ressonante.»
The Independent

«A escrita de Peixoto é, ao mesmo tempo, fresca, ágil e envolvente, contendo toda uma herança literária universal. Estamos perante um escritor maduro. Um admirável escritor português.»
Luís Sepúlveda

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O Passado Nunca Passa

O tempo passa. Os anos acumulam-se. Mudam as casas, as cidades e as pessoas. Ainda assim, algumas memórias continuam presentes muito depois de os acontecimentos terem terminado. Não é por acaso que tantos escritores regressam ao passado. Nas famílias, nos lugares, nos objetos e nas recordações encontram matéria para explorar a forma como o tempo atua sobre as pessoas. Estes cinco romances mostram diferentes maneiras de conviver com aquilo que julgávamos ter deixado para trás. Livro, de José Luís Peixoto Em Livro, José Luís Peixoto escreve sobre uma família marcada pela emigração e pela distância. A ação começa numa pequena aldeia portuguesa e estende-se até França, seguindo personagens cujas vidas são moldadas por decisões tomadas muito antes do seu nascimento. O romance interessa-se menos pelos grandes acontecimentos do que pelas suas consequências. Um abandono, uma partida ou um silêncio familiar continuam a produzir efeitos décadas depois de terem ocorrido. É isso que torna Livro tão pertinente para este tema. O passado não aparece como recordação, mas como herança. Ao longo do romance, cada geração tenta compreender aquilo que recebeu da anterior, acrescentando novas interpretações e esquecendo partes da história. A memória familiar preserva, mas também transforma. O resultado é um livro que mostra como certas vidas continuam a ecoar muito para lá do seu tempo. COMPRO NA WOOK! » A Praça do Diamante, de Mercè Rodoreda A vida de Natàlia muda numa noite de festa. É aí que conhece Quimet, o homem com quem vai casar e que passará a tratá-la por "Pombinha". Este gesto, aparentemente banal, altera a forma como passa a ser vista pelos outros e a ver-se a si própria. Aquela noite, que poderia nunca ter acontecido, desencadeia uma série de acontecimentos que irão moldar o futuro desta mulher. Em A Praça do Diamante, Mercè Rodoreda acompanha uma vida comum através do amor, da pobreza, da guerra e das décadas que se seguem. O resultado é uma história que transforma uma experiência individual no retrato de uma geração inteira. Rodoreda observa os pequenos gestos, as preocupações de cada dia e as mudanças que acontecem quase despercebidas. É a vida de Natàlia que permanece no centro da narrativa, enquanto os grandes acontecimentos da História gravitam em seu torno. O passado não deixa de crescer dentro da protagonista, acumula-se dentro dela. Ao longo dos anos, Natàlia carrega consigo as marcas de tudo o que viveu. Aprende a viver com aquilo que a vida lhe trouxe, mas nunca se liberta totalmente disso. É dessa convivência constante com o passado que nasce grande parte da beleza e da força de A Praça do Diamante. COMPRO NA WOOK! » Reviver o Passado em Brideshead, de Evelyn Waugh Poucos romances captam a força da nostalgia como Reviver o Passado em Brideshead. A história começa quando Charles Ryder regressa à propriedade que marcou a sua juventude e se vê confrontado com um mundo que julgava pertencer apenas à memória. Esse reencontro provoca uma viagem ao passado, aos anos vividos ao lado de Sebastian Flyte e da família que o fascinou desde o primeiro momento. À medida que recorda esse período da sua vida, torna-se claro que Charles procura mais do que lembranças. Tenta compreender a influência que aquelas pessoas continuam a exercer sobre ele. O romance é atravessado por um profundo sentimento de perda, mas Evelyn Waugh recusa transformar o passado num lugar perfeito. A beleza das memórias convive com a desilusão. O encanto mistura-se com a fragilidade. O tempo permite ver com maior clareza aquilo que foi vivido, mas não resolve todas as perguntas. O que aconteceu surge como algo impossível de recuperar e, ao mesmo tempo, impossível de abandonar. COMPRO NA WOOK! » Austerlitz, de W. G. Sebald Jacques Austerlitz vive durante décadas sem conhecer a própria história. Chegado a Inglaterra ainda muito novo através de um programa que retirou milhares de crianças judias da Europa ocupada pelos nazis, cresce afastado das suas origens e sem compreender o que ficou para trás. Só muitos anos depois começa a juntar as peças desse passado perdido. Em Austerlitz, W. G. Sebald acompanha essa investigação paciente através de cidades, arquivos, fotografias e encontros fortuitos. Cada pista aproxima o protagonista de uma verdade que durante muito tempo permaneceu escondida. O romance avança como uma procura incessante, em que cada resposta abre novas perguntas e cada descoberta revela a dimensão daquilo que foi apagado. Mais do que reconstruir uma biografia, Austerlitz procura recuperar uma ligação interrompida com a sua família e com o seu lugar no mundo. Sebald explora a forma como os acontecimentos históricos deixam marcas que atravessam gerações e continuam a moldar vidas muito depois de terem ocorrido. Entre a recordação e o esquecimento, o livro mostra como a identidade se constrói também a partir daquilo que nos falta. COMPRO NA WOOK! » O Vale da Paixão, de Lídia Jorge Em O Vale da Paixão, o passado tem o rosto de uma ausência. Walter Dias atravessa o romance como uma figura distante e quase mítica, alguém que está longe sem nunca deixar de estar presente. A narradora cresce rodeada por histórias sobre o pai, tentando aproximar-se de alguém que conhece sobretudo através da memória dos outros. Ao contrário de muitos romances centrados na memória, O Vale da Paixão não procura recuperar um passado perdido, procura compreender aquilo que nunca chegou a ser plenamente conhecido. À medida que a narradora reúne fragmentos da vida do pai, descobre que nenhuma recordação consegue restituir uma pessoa por inteiro. Há sempre zonas de sombra e perguntas sem resposta. É dessa tensão entre memória e imaginação que nasce a força do romance. Lídia Jorge sugere que algumas ausências se tornam uma forma de presença e que, por vezes, aquilo que mais nos marca não é o que aconteceu, mas aquilo que ficou por acontecer. COMPRO NA WOOK! »

Livro

de José Luís Peixoto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725648995
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Língua Comum
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725648995
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Uma leitura de saudade e ternura

Ana Isabel Vieira

É talvez o meu livro preferido de José Luís Peixoto. Não o consigo ler sem me emocionar. Consegue, por um lado, transmitir o amor ingénuo, a ternura e a capacidade de sonhar e de resistir. E, por outro lado, abala-nos com a saudade profunda sentida pelos emigrantes, a desilusão e a mágoa detalhadamente impressas em palavras. No fim, ainda entramos no ´´Livro´´, fazemos parte da história e renovamos a esperança. É mais uma prova de que José Luís Peixoto é um escritor singular!

Magnífico!

Cristina Marques

Um livro que me comoveu logo no primeiro capítulo. Comove, choca, sensibiliza, mexe com as entranhas. Fala do simples e do profundo e oscila entre um e outro num piscar de olhos. . A dada altura, temo-lo à conversa connosco, como se o conhecêssemos... . Sem dúvida, uma das minhas melhores leituras.

Livro? Livro?

EN

Um dos livros de "top" de JLP. A par de Morreste-me, Nenhum olhar e Cemitério de pianos. Escrita inovadora e envolvente. Nada é deixado ao acaso, e o autor faz com que sejamos presos por cada frase, cada parágrafo, até nos apresentar o "grand finale". Imperativo ler.

Diferente!

Ana Carla Marques Pereira Gomes

A escrita de José Luís Peixoto é diferente e leva-nos por caminhos sinuosos, mas muito interessantes. Este autor gosta de surpreender e, quando pensamos que já adivinhamos o que irá acontecer, a história dá uma volta completa e leva-nos por outros percursos. Já conhecia as crónicas do escritor, mas foi o primeiro livro que li e gostei muito.

José Luis Peixoto, livro, uma odisseia moderna

jaime manuel basso pequito crespo

Tal como o autor, também não gosto de ler novidades, isto é, livros que estão na moda, aqueles que vemos toda a gente no comboio a lê-los, ou a fingir que lê. Gosto de os deixar pousar, que a fama passe e só então me dedicar a saboreá-los por aquilo que realmente são, significam e valem. Talvez por isso as minhas leituras ainda andem pelo Camilo e Eça. Com alguns Saramagos e lobo Antunes à mistura. De tal sorte ser este o primeiro livro de José Luís Peixoto que leio e empurrado para ele por um golpe publicitário da livraria Wook. Mas em boa hora me deixei levar até ele porque francamente é do melhor que tenho lido de romancistas portugueses. Desde logo, este "livro", não é um livro, são vários livros formando um só, o livro, a epopeia de quão custoso é ser português. O livro do amor e da paixão – tal como outros autores, também Peixoto cria e dá vida ao seu par amoroso, os inesquecíveis Ilídio e Adelaide, tal como os verdadeiros pares amorosos, este, igualmente é um amor infeliz. Ilídio filho sem pai e abandonado pela mãe, vem a ser pai sem filho e esposo sem esposa. Adelaide de uma tão grande família como a pobreza que de tão grande não tem lugar para ela, acaba por viver em família tão só como na sua origem. O resto faz o destino e as peripécias da vida, vida inexorável que não permite aos amantes mais que um breve momento de encontro. Par amoroso que confirma a regra "todos os amores felizes são felizes da mesma maneira, os amores infelizes são infelizes no seu modo único e original". O livro da epopeia da emigração portuguesa – uns em busca de melhores condições de vida, outros para fugir da guerra colonial, alguns correndo atrás da ilusão do amor. Madrasta terra esta que não dá aos seus filhos nem pão, nem paz, nem amor… O livro do Alentejo "pró fundo" – a vida dificultosa na pequena vilória do Alentejo, julgando pelos traços de escrita de José Luis Peixoto, as casas caiadas, a luz natural, os sobreiros… não andará muito longe para onde hoje é empurrada a vida da mesma vila. Alentejo interior de onde quem manda teima em esquecer e votar ao abandono. Mesmo a retirar o que já havia sido conquistado. É o Alentejo antigo que se mistura com o Alentejo atual em o livro. O livro da amizade e solidariedade – os laços que ligam a bondade do pedreiro Josué, "pai" necessário de Ilídio, a este e ambos ao infeliz Galopim e até mesmo ao gabarolas Cosme, vão para lá de uma simples amizade, entram no campo da solidariedade, daqueles que dão a vida pela do amigo. Livro do abandono e da tristeza – há qualquer coisa nas personagens de livro que as faz tristes e dessa tristeza nasce um sentimento de abandono, mais que de solidão, são personagens ensimesmadas, trilhando a sua vida de uma forma de tal modo desamparado que as faz para ali estarem, abandonadas. Muito podia especular mais e caso quisesse encontrar outros livros no "livro", mas não vale a pena entrar mais por essa via. Numa navegação (escrita) à vista, José Luis Peixoto ruma o seu barco entre os colossos Lobo Antunes e Saramago, quanto a mim mais rasante a Saramago, encontra, no entanto, o seu próprio mar criativo. E é um mar novo, de águas límpidas, frescas, puras e jovens, aquele que José Luis Peixoto nos oferece ao desfrute. Livro, uma obra com lugar já marcado na Literatura portuguesa. jaime crespo

Supreendida

Samanta Oliveira

Não conhecia o autor, nem as suas obras, recebi o livro como presente e um dia destes comecei a ler, ao início não sentia-me ligada à história, mas pouco a pouco, já só queria continuar a ler sem parar. Realmente uma história linda, que marca.

Bom Livro! ( Teresa Passarinho)

MARIA TERESA PASSARINHO

Recomendo vivamente este Livro. Grande autor José Luis Peixoto.Muito melhor do que O Cemitério dos Pianos, amadureceu muito como escritor. Ao ler Livro, senti-me sempre em grande cumplicidade com a história ( muito bem contada ) e também com autor. Ele tem essa grande preocupação. Obrigada José L. Peixoto, gostei Muito! Vou ficar na expectativa de mais livros deste autor.

Livro 3 vezes

JORGE HENRIQUE MONIZ RIBEIRO

Só hoje acabei de ler o "Livro", não por pouco interesse, mas por falta quase absoluta de tempo. Intrigante até ao fim, com um estilo muito próprio, que falta à maioria dos escritores portugueses mais vendidos no país, com um enredo muito interessante e bem entrelaçado. Percebi então por que motivo o José Luís Peixoto venceu o prémio Saramago e antevejo também, dado que estou a acabar de ler, também hoje, o "Morreste-me", que temos na calha o próximo português Prémio Nobel da Literatura. Um abraço ao autor, com quem tive o prazer de confraternizar na apresentação da obra na Bertrand de Torres Vedras. Jorge Henrique Moniz Ribeiro

encantamento...

Fátima Inácio Gomes

É sempre esse o sentimento que me acompanha na leitura do José Luís Peixoto. Ressalvo, acima de tudo, a capacidade de convocar imagens, de despertar lembranças, que a sua escrita tem, com uma simplicidade que atordoa. Cada vez mais a sua escrita está depurada de tudo o que é supérfluo, sem perder um ápice da beleza que a define. Pelo contrário. Neste livro, ainda, temos uma "2ª parte" que nos surpreende, que brinca com a relação convencional do autor/leitor/personagem, que nos desafia e diverte, a par do envolvimento que cria. Um incontornável convite à leitura.

Muito Bom !

Maria Madalena Ribeiro Vicente

Gostei muito. Reli algumas partes porque as palavras escritas por José Luís Peixoto fazem-me bem à alma.

Soberbo!

Manuel Ferreira

É o puro prazer da leitura. Li e penso reler, e comentar e... esperar pelo próximo. Será o embrião de um futuro prémio Nobel?

vale a pena ler

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Gostei muito da escrita da maneira de usar a lingua. o tema é muito importante e só achei estranho não haver uma única referência á guerra colonial como um dos motivos de saír do país é o primeiro livro em «alentejano» que leio e foi uma bela companhia

Viva a diferença!

Olga Maria Marques Garcia

Sem dúvida, uma escrita cheia de imaginação e a marcar pela diferença. Não conhecia a escrita de José Luís Peixoto, embora já conhecesse o nome. Ousado, diferente, muito bom!!!

Surpreendente!...

Felipe Almeida Gasalho

1ª parte: excelente; 2ª parte: curiosamente curiosa!... Surpreendeu-me este conterrâneo... :)))

Livro

cristina

Este livro tem um registo muito diferente do que li anteriormente e, talvez por isso, custou-me um pouco a entrar na história. Mas fiquei rendida ao fim de algumas páginas! É um livro de uma escrita apaixonante, para ler devagar, para saborear lentamente... Voltei atrás variadíssimas vezes para reler frases lindíssimas que careciam de uma nova leitura, mais atenta. A história tem como pano de fundo uma situação verificada anteriormente em Portugal: a emigração de muitos portugueses para França, clandestinos, à procura de uma vida que lhes trouxesse mais fartura e menos miséria. Viagem cheia de perigos e dificuldades... Os livros estão presentes nesta leitura, sobretudo um, que acompanha alguns personagens pela vida fora, mas Livro é o nome de um desses personagens. Imaginativo, muito bem escrito, com uma poesia toda própria, com um humor que nos faz sorrir interiormente, "Livro" é um livro a ler. Seguramente!

Livro (Ana Margarida Casimiro)

Com um estilo de escrita menos intimista e "lírico" do que, por exemplo, Nenhum Olhar ou Cemitério de Pianos, o Livro cativa-nos, no entanto pela surpresa, por uma estratégia narrativa que nos faz reflectir e, a dada altura, voltar a trás, reler e pensar.

recomendo

conceição gomes

gostei. Um livro sensivel sobre muitas realidades vividas.

Excelente!

Maria de Lurdes Lopes Pinho

José Luís Peixoto parece que nos acompanha durante a leitura ao mesmo tempo que nós agradece..... é um escritor que gosta dos seus leitores. Obrigada José Luís Peixoto por este "Livro"

Recomendo!

carla liliane fernandes

Não teria o mesmo impacto se não fosse escrito por JLP, que é actualmente, -na minha opinião- um dos melhores escritores portugueses. A sua escrita é como que melodiosa, e no "livro", embalou me do principio ao fim. Adorei!

O Livro

JORGE MARQUES LOUREIRO

Ainda não o li, mas apenas por absoluta falta de tempo. jorge loureiro

Livro

Claudia Monteiro Rodrigues Bach

Deixei o livro a meio. Acho que neste caso, houve mais marketing do que literatura. Não sei se haverá pachorra para retomar o livro. Estou a ler outros bem mais interessantes.

BOM, CLARO!

Catarina de Aguiar Diogo

J.L. Peixoto, voltou-me a surpreender com o seu "Livro". Já me arrisco a dizer que se é Peixoto, é necessariamente bom!!!

Recomendo

Miguel António Pinheiro Ferreira

Muito agradável de ler, com partes bastante cómicas. Muito bom.

SOBRE O AUTOR

José Luís Peixoto

José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d'Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior, e em 2016 recebeu, no Brasil, o Prémio Oeanos com Galveias. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéis recebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicou Dentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas. As suas mais recentes obras são Autobiografia (2019), na prosa, e Regresso a Casa (2020), na poesia.
Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas.
Para saber mais sobre o autor: https://www.joseluispeixotoemviagem.com

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