Livro dos Amigos
Editor:
Assírio & Alvim, abril de 2002 ‧
ver detalhes do produto
12,20€
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
SINOPSE
Hofmannsthal (1874-1929) foi um dos nomes mais relevantes da literatura austríaca em particular, e da literatura em língua alemã em geral, num período de ouro para as artes em Viena, onde o escritor nasceu.
Poeta, dramaturgo e ensaísta, colaborou ainda com o compositor Richard Strauss, resultando daí várias óperas que fazem parte do respertório universal, como "Die Frau ohne Shatten" (A Mulher sem Sombra), "Der Rosenkavalier" (O Cavaleiro da Rosa") ou "Arrabella".
"Livro dos Amigos" é um conjunto de textos de natureza variada: aforismos, reflexões, pequenas histórias, curiosidades, quer de Hofmannsthal quer de outros autores que o impressionaram (sobretudo de Goethe, que o escritor austríaco dizia ser "uma cultura inteira"), pensamentos, anotações.
Não há aqui uma atitude moralista, nem sequer didáctica. Estas reflexões são formas simbólicas de apresentar o mundo tal como o via Hofmannsthal, "relevando certos aspectos do ser humano na sua espiritualidade e intelectualidade, na sua vida social e política e na sua actividade criadora, tanto artística como literária. (...) No conjunto, porém, é o homem, com todos os seus problemas no mundo em que tem de viver, que constitui o fulcro e a finalidade da obra e é ele, portanto, que dá unidade ao livro." (do prefácio de José A. Palma Caetano)
Como poderá ver em alguns dos excertos que a seguir lhe mostramos.
A tradução e o prefácio à obra são de José A. Palma Caetano.
"O HOMEM SÓ SE apercebe, no mundo, daquilo que em si já se encontra; mas precisa do mundo para se aperceber do que se encontra em si; para isso são, porém, necessários actividade e sofrimento."
"É MUITO diferente se as pessoas se podem comportar para com as outras como espectadoras ou se participam sempre do seu sofrimento, da sua alegria ou da sua culpa: estas são as que verdadeiramente vivem."
"O INDIVÍDUO participou em criança nas recordações dos avós e participa como ancião nas esperanças dos netos; abarca assim cinco gerações ou cem a cento e vinte anos."
"O DESESPERO DE uma época manifesta-se na circunstância de já não lhe parecer valer a pena ocupar-se do passado."
"O MAIOR RESPEITO que um autor pode ter pelo seu público é nunca apresentar o que se espera, mas sim o que ele mesmo, no nível de cultura próprio e alheio que de cada vez se verifica, considera certo e útil." Goethe
Poeta, dramaturgo e ensaísta, colaborou ainda com o compositor Richard Strauss, resultando daí várias óperas que fazem parte do respertório universal, como "Die Frau ohne Shatten" (A Mulher sem Sombra), "Der Rosenkavalier" (O Cavaleiro da Rosa") ou "Arrabella".
"Livro dos Amigos" é um conjunto de textos de natureza variada: aforismos, reflexões, pequenas histórias, curiosidades, quer de Hofmannsthal quer de outros autores que o impressionaram (sobretudo de Goethe, que o escritor austríaco dizia ser "uma cultura inteira"), pensamentos, anotações.
Não há aqui uma atitude moralista, nem sequer didáctica. Estas reflexões são formas simbólicas de apresentar o mundo tal como o via Hofmannsthal, "relevando certos aspectos do ser humano na sua espiritualidade e intelectualidade, na sua vida social e política e na sua actividade criadora, tanto artística como literária. (...) No conjunto, porém, é o homem, com todos os seus problemas no mundo em que tem de viver, que constitui o fulcro e a finalidade da obra e é ele, portanto, que dá unidade ao livro." (do prefácio de José A. Palma Caetano)
Como poderá ver em alguns dos excertos que a seguir lhe mostramos.
A tradução e o prefácio à obra são de José A. Palma Caetano.
"O HOMEM SÓ SE apercebe, no mundo, daquilo que em si já se encontra; mas precisa do mundo para se aperceber do que se encontra em si; para isso são, porém, necessários actividade e sofrimento."
"É MUITO diferente se as pessoas se podem comportar para com as outras como espectadoras ou se participam sempre do seu sofrimento, da sua alegria ou da sua culpa: estas são as que verdadeiramente vivem."
"O INDIVÍDUO participou em criança nas recordações dos avós e participa como ancião nas esperanças dos netos; abarca assim cinco gerações ou cem a cento e vinte anos."
"O DESESPERO DE uma época manifesta-se na circunstância de já não lhe parecer valer a pena ocupar-se do passado."
"O MAIOR RESPEITO que um autor pode ter pelo seu público é nunca apresentar o que se espera, mas sim o que ele mesmo, no nível de cultura próprio e alheio que de cada vez se verifica, considera certo e útil." Goethe
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-37-0729-8 |
| Editor: | Assírio & Alvim |
| Data de Lançamento: | abril de 2002 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 206 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Testemunhos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Outras Formas Literárias
|
| EAN: | 9789723707298 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
A procura de profundidade
Carlos Alexandre Bastos Lopes
De máximas é composto este livro. De máximas bem profundas. Elas abordar vários temas, quer universais em relação à condição humana, quer temas em discussão recorrente no tempo em que o seu autor viveu. Desde o tema de carácter infinito de Deus, até aos temas de língua e cultura na época do autor, este livro é passível de aprofundar o carácter do leitor que o lê.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Envio até 10 dias úteis10%Da EvasãoEstratégias Criativas11,00€ 10% CARTÃO
-
10%Os ImperdoáveisAssírio & Alvim18,85€ 10% CARTÃOportes grátis