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Livro de Caligrafia

de Nuno Júdice
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, maio de 2025 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
«Nuno Júdice era um ávido consumidor de cadernos, tantas vezes comprados em museus, outra das suas paixões. Estes cadernos ora eram preenchidos compulsivamente quando tinha uma ideia ou conceito a desenvolver, ora com um único poema, como se desejasse anotar aquilo que simplesmente pensara, como se desse pequeno texto pudessem magicamente nascer outros poemas e outras ideias.
Logo após a morte de Nuno Júdice, numa das minhas primeiras visitas ao seu acervo de inéditos, apareceu-nos um caderno de capa de couro no meio de tantos outros, que pela primeira vez tivemos oportunidade de folhear com mais atenção. Tratava-se de um nobre caderno de 30 folhas cosidas, num papel branco cru de gramagem alta, em cuja primeira página constava, num jogo a três cores: Livro de Caligrafia
Ricardo Marques, responsável pela edição deste livro

Livro de Caligrafia

de Nuno Júdice

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722085724
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 164 x 216 x 9 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722085724

Edição extraordinária

J.S.

Não pude deixar de comprar este livro, assim que soube que traria manuscritos de Nuno Júdice. Como admirador da escrita deste poeta, tive mesmo que o adquirir. Recomendo muitíssimo!

SOBRE O AUTOR

Nuno Júdice

Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.

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