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Les Fantômes Du Louvre

de Enki Bilal
idioma: francês
Editor: FUTUROPOLIS, novembro de 2012 ‧
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Ils hantent les couloirs du musée du Louvre. Ils sont morts depuis longtemps, souvent de manière violente... Ils sont légionnaire romain, muse, peintre, officier allemand... Ils ont croisé un jour un peintre, un sculpteur, leur modèle... Enki Bilal les a croisés, errants dans les couloirs du Louvre, à proximité de l'oeuvre qui a fait basculer leur vie : La Joconde, La Victoire de Samothrace, un Christ couché, un masque égyptien... Il nous raconte leurs vies, nous livre une bibliographie complète, précise. Car c'est à travers ces 22 dessins, qu'Enki Bilal nous décrit dans quelles circonstances toutes ces oeuvres furent créées. Il nous fait ainsi revivre 5000 ans d'Histoire, 5000 ans de création.

Les Fantômes Du Louvre

de Enki Bilal

Propriedade Descrição
ISBN: 9782754808194
Editor: FUTUROPOLIS
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 236 x 295 x 16 mm
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Age De Lumiere
Classificação Temática: Livros em Francês > Banda Desenhada > Comics
EAN: 9782754808194

Bilal Vai ao Louvre

João R. Marques

Bilal foi ao Louvre… Fotografou cerca de 400 obras emblemáticas, de um ângulo inesperado. Escolheu 23, que colocou em telas de 50 x 60 cm. Sobre essas fotografias, pintou em acrílico e em pastel... 23 fantasmas. São mulheres, homens e crianças. Estão mortos há muito tempo, a maioria de modo violento.… São legionários romanos, musas, pintores, oficiais alemães… Eles erram pelo Louvre, perto da obra que os "marcou" (literalmente) para sempre, que tem feito agitar a sua não-vida: La Gioconda, A Vitória de Samotrácia, um Cristo deitado, um busto egípcio... Bilal imortalizou-os, em personagens, etéreos. Em almas errantes. Subtilmente, jogou com o "fazer aparecer", para acabar por lhes conferir uma presença singularmente forte. E relata a sua vida. As biografias - dramáticas, como se quer - que cruzam a verdade histórica e, frequentemente, a criação da obra. Estas obras foram apresentadas no Louvre, na prestigiada sala das Sete Chaminés. Uma exposição excepcional, para um trabalho magistral onde a técnica não permite o direito ao erro. Este livro, além de Bilal, além da originalidade, além da sua raridade, constitui, também, um catálogo da exposição.

SOBRE O AUTOR

Enki Bilal

Enki Bilal. Nasceu na Jugoslávia, em 1951. Aos 10 anos viaja com a família para Paris. Faz uma breve incursão nas Belas-Artes e em 1972 publica a sua primeira história - "Le Bol Maudit" - no jornal "Pilote". O seu encontro com Pierre Christin é determinante para a sua carreira e é para um argumento deste autor que em 1975 desenha o seu primeiro álbum "O Cruzeiro dos Esquecidos". A partir de 1976 colabora na revista "Metal Hurlant" e em 1980 escreve para o jornal Pilote a sua primeira grande obra como argumentista e autor: "A Feira dos Imortais". Em 1982 desenha uma parte dos cenários do filme de Alain Resnais "La Vie est un Roman" e em 1983 com o lançamento de "A Caçada" (argumento de Christin), Bilal consagra-se finalmente como um dos desenhadores realistas mais conceituados da BD contemporânea. Em 1990 Humanoides Associeés reeditam o conjunto das suas obras incialmente publicadas pela Dargaud. Em 1993 o último volume da "Trilogia Nikopol, Frio Equador" é considerado o melhor livro do ano, um livro inédito na história da BD onde se todos os géneros se misturam. Em 1996 assina "Mémoires d¿Autres Temps", uma reedição aumentada de "Bol Maudit" e "Crux Universalis". Para além da BD onde o seu nome é venerado, Bilal é conhecido no mundo cinematográfico, tendo realizado em 1989 o seu primeiro filme Bunker Palace Hotel a que se seguiu, em 1997, "Thykho Moon".

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