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Les Aveugles

de Maurice Maeterlinck
idioma: francês
Editor: ANTIPODES SUISSE, Janeiro de 2001 ‧
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"Il ne s'agit plus ici de la lutte déterminée d'un être contre un être, de la lutte d'un désir contre un autre ou de l'éternel combat de la passion et des devoirs. Il s'agirait plutôt de faire voir ce qu'il y a d'étonnant dans le fait seul de vivre." "On y a foi [dans ce drame ] à d'énormes puissances, invisibles et fatales, dont nul ne sait les intentions, mais que l'esprit du drame suppose malveillantes, attentives à toutes nos actions, hostiles au sourire, à la vie, à la paix, au bonheur. [...] Cet inconnu prend le plus souvent la forme de la mort. La présence infinie, ténébreuse, hypocritement active de la mort remplit tous les interstices du poème. Au problème de l'existence il n'est répondu que par l'énigme de son anéantissement."

Les Aveugles

de Maurice Maeterlinck

Propriedade Descrição
ISBN: 9782940146185
Editor: ANTIPODES SUISSE
Data de Lançamento: Janeiro de 2001
Idioma: Francês
Páginas: 94
Tipo de produto: Livro
Coleção: Antilogies
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Mobiliário e Decoração
EAN: 9782940146185

SOBRE O AUTOR

Maurice Maeterlinck

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1911

Dramaturgo e poeta belga, nascido em 1862, em Ghent, e falecido em 1949, em Nice. Embora tenha estudado Direito, ao sentir que não tinha muita aptidão para a carreira de advocacia decidiu dedicar-se à Literatura. Ao deslocar-se a Paris, travou conhecimento com muitos poetas simbolistas, entre os quais se destaca a figura de Villiers de l'Isle Adam, de quem recebeu influência.
Em 1899 compôs uma antologia de poemas simbolistas intitulada Serres Chaudes. No mesmo ano obteve notoriedade com a crítica favorável de Octave Mirbeau (crítico literário do jornal Le Figaro) à sua primeira obra teatral La Princesse Maleine (1889). Provocou ainda grande impacto com a peça Pelléas et Mélisande (1892), considerada uma obra-prima do drama simbolista e transformada em ópera por Claude Debussy.
A maioria das suas obras caracteriza-se por um certo fatalismo, misticismo e pela constante presença da morte.
A riqueza da sua imaginação está ainda presente em obras como L'Intruse (1890), Alladine et Palomides (1894), Aglavaine et Sélysette (1896), ensaios filosóficos e científicos La vie des abeilles (1900), L'Intelligence des Fleurs (1907), La vie des Fourmis e as peças Joyzelle (1903) e L'Oiseau Bleu (1909). Em 1911 foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura e em 1932 foi-lhe atribuído o título de conde da Bélgica.

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