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Le Vieux Marin

de Jorge Amado
idioma: francês
Editor: STOCK, setembro de 2000 ‧
9,26€
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Qu'est-ce que la vérité, ou la réalité ? C'est à cette question éternelle que répond à sa façon Jorge Amado avec les fabuleuses aventures du vieux marin, Vasco Moscoso de Aragon, capitaine au long cours. Son brevet de capitaine, celui-ci l'a largement mérité, si l'on en croit les histoires qu'il raconte à ceux qui veulent bien l'entendre, à Periperi, dans les faubourgs de Bahia, et ils sont nombreux ceux qui aiment l'écouter, qu'ils croient ou non ce qu'il raconte. Et puis voici qu'un beau jour arrive à Periperi un navire dont le commandant est mort à bord. Notre capitaine breveté se voit obligé d'en prendre le commandement... Epreuve de vérité dont, non sans s'être un moment couvert de ridicule, notre capitaine sortira triomphant... Ce récit débordant d'inventions et d'entrain est mené de main de maître par le merveilleux conteur qu'est Jorge Amado.

Le Vieux Marin

de Jorge Amado

Propriedade Descrição
ISBN: 9782234049260
Editor: STOCK
Data de Lançamento: setembro de 2000
Idioma: Francês
Dimensões: 110 x 180 x 21 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: La Bibliothéque Cosmopolite
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782234049260

SOBRE O AUTOR

Jorge Amado

Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.

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