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Le Pouvoir Mis A Nu

de Noam Chomsky
idioma: francês
Editor: ECOSOCIETE, fevereiro de 2005 ‧
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Les Etats-Unis seraient engagés dans un processus historique visant l'émergence, à l'échelle mondiale, d'" une société tolérante, dans laquelle dirigeants et gouvernements existent non pas pour exploiter la population ou abuser d'elle, mais pour lui fournir liberté et perspectives ", a un jour affirmé le porte-parole d'un président américain. Pourtant, de nombreux documents et témoignages révèlent que la superpuissance agit de façon à détruire la démocratie et à miner les droits de la personne, et ce, avec une certaine cohérence, les prétextes invoqués variant d'une époque à l'autre selon les nécessités doctrinales du moment. Noam Chomsky a basé cet ouvrage sur les notes d'une série de conférences données en Australie. Toujours d'actualité, l'analyse présentée ici illustre brillamment, grâce à de nombreux exemples, la véritable nature et l'étendue du pouvoir impérial américain. Elle a aussi le mérite d'offrir un tour d'horizon de la pensée du célèbre linguiste, puisqu'on y trouve un passage où celui-ci nous expose ses idéaux politiques, ainsi que deux chapitres à teneur plus philosophique où il nous entretient de ses vues sur la nature, l'esprit et le langage. Le pouvoir mis à nu est là traduction de Powers and prospects (Pluto Press), aussi édité sous le titre Perspectives on power (Black Rose Books).

Le Pouvoir Mis A Nu

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9782921561617
Editor: ECOSOCIETE
Data de Lançamento: fevereiro de 2005
Idioma: Francês
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oasis Poche
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Sociologia
EAN: 9782921561617

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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