Le Plaisir Du Texte, Précédé De Variations Sur L'Écriture

de Roland Barthes
idioma: francês
Editor: SEUIL, outubro de 2000 ‧
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Voici enfin recomposé, et présenté pour la première fois, un ambitieux projet de Roland Barthes : celui de suivre, dans l'histoire de l'humanité, le processus de lent dépôt de la trace de l'écriture, signe monumental, matière gravée ou peinte, allant jusqu'à la composition du texte, des textes, jusqu'à l'émergence de la lecture, du lecteur, de la jouissance de lire. Conçus entre 1971 et 1973, subdivisés en rubriques et paragraphes suivant un schéma homogène, Le Plaisir du texte et Variations sur l'écriture eurent des destins différents : alors que le premier connut immédiatement un grand succès, le second, destiné à une collection italienne, ne fut jamais publié qu'à titre posthume dans les oeuvres complètes de Barthes. Relire aujourd'hui ces deux textes dans la reconstruction historique proposée ici, ainsi qu'ils avaient été conçus, cela signifie retrouver les raisons d'une " pratique infinie " : celle de la mémoire et de la fidélité de l'écriture. C'est peut-être là, avant l'essaimage éphémère des signes sur les écrans d'ordinateur, le dernier hymne au texte comme " marque indélébile " d'une civilisation, hymne à la fidélité du scribe et à la liberté du lecteur. "

Le Plaisir Du Texte, Précédé De Variations Sur L'Écriture

de Roland Barthes

Propriedade Descrição
ISBN: 9782020417877
Editor: SEUIL
Data de Lançamento: outubro de 2000
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782020417877

SOBRE O AUTOR

Roland Barthes

Roland Barthes (Cherbourg, 12 de novembro de 1915 — Paris, 26 de março de 1980) foi um escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês.

Formado em Letras Clássicas em 1939 e Gramática e Filosofia em 1943 na Universidade de Paris, fez parte da escola estruturalista, influenciado pelo lingüista Ferdinand de Saussure. Crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses nos anos 50. Entre 1952 e 1959 trabalhou no Centre national de la recherche scientifique - CNRS.

Barthes usou a análise semiótica em revistas e propagandas, destacando seu conteúdo político. Dividia o processo de significação em dois momentos: denotativo e conotativo. Resumida e essencialmente, o primeiro tratava da perceção simples, superficial; e o segundo continha as mitologias, como chamava os sistemas de códigos que nos são transmitidos e são adotados como padrões. Segundo ele, esses conjuntos ideológicos eram às vezes absorvidos despercebidamente, o que possibilitava e tornava viável o uso de veículos de comunicação para a persuasão.

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