Le Livre De L'Hospitalite

de Edmond Jabès
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, abril de 1991 ‧
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«Je me suis aperçu, un jour, qu'une chose m'importait plus que les autres : comment me définir en tant qu'étranger? Et ce fut l'objet du livre auquel j'ai donné pour titre : Un étranger avec, sous le bras, un livre de petit format. Je me suis aperçu, ensuite, que, dans sa vulnérabilité, l'étranger ne pouvait tabler que sur l'hospitalité dont ferait preuve, à son égard, autrui. Tout comme les mots bénéficient de l'hospitalité de la page blanche et l'oiseau, de celle, inconditionnelle, du ciel. Et c'est l'objet de ce livre. Mais qu'est-ce que l'hospitalité?» Edmond Jabès.

Le Livre De L'Hospitalite

de Edmond Jabès

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070722488
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: abril de 1991
Idioma: Francês
Dimensões: 140 x 204 x 9 mm
Páginas: 101
Tipo de produto: Livro
Coleção: Blanche
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782070722488

SOBRE O AUTOR

Edmond Jabès

Edmond Jabès (1912 – 1991) foi um escritor e poeta francês de origem egípcia, e uma das figuras literárias mais conhecidas da literatura francesa após a Segunda Guerra Mundial.
Enquanto judeu egípcio, foi forçado ao exílio pela Crise de Suez de 1956, e fugiu para Paris, onde se juntou à comunidade dos surrealistas, embora nunca tenha sido um membro formal do grupo. Viveu em França o resto da sua vida e, em 1987, recebeu de França o grande prémio de poesia. Uma voz importante na poesia francesa do pós-guerra, Edmond Jabès elude a categorização como escritor. A sua obra é um pastiche de diálogo, aforismo, fragmentos, poesia e canção; grande parte do seu trabalho concentra-se no livro como um lugar no qual as ideias – de exílio, Deus, o eu – são abordadas através de perguntas e de ecos.
Embora fosse ateu, a sua escrita refere-se ao misticismo judaico e à Cabala. Numa entrevista, Edmond Jabès explicou: "Para mim, as palavras 'judeu' e 'Deus' são, é verdade, metáforas. "Deus" é a metáfora do vazio; 'Judeu' representa o tormento de Deus, do vazio." A sua obra demonstra uma profunda melancolia e uma consciência aguda de que o judeu se constitui e permanece sempre no exílio.
"Sempre num país estrangeiro, o poeta usa a poesia como intérprete."

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