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El Llibre De L'Hospitalitat

de Edmond Jabès
idioma: espanhol, catalão
Editor: Flaneur, março de 2019 ‧
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«La poesia és lÆart de dir el que cal dir, i de no dir res quan no es pot dir res.»«Un dia em vaig adonar que una cosa mÆimportava més que les altres: com definir-me com a estranger?I aquest fou lÆobjecte del llibre que vaig titular Un estranger amb un llibre de butxaca sota el braç. Em vaig adonar, de seguida, que, en la seva vulnerabilitat, lÆestranger tan sols podia comptar amb lÆhospitalitat que lÆaltre li podia oferir. Tot just com les paraules es beneficien de lÆhospitalitat de la pàgina en blanc, i lÆocell, de lÆhospitalitat incondicional del cel. I és lÆobjecte dÆaquest llibre. Però què és lÆhospitalitat?»

El Llibre De L'Hospitalitat

de Edmond Jabès

Propriedade Descrição
ISBN: 9788409090501
Editor: Flaneur
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 206
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788409090501

SOBRE O AUTOR

Edmond Jabès

Edmond Jabès (1912 – 1991) foi um escritor e poeta francês de origem egípcia, e uma das figuras literárias mais conhecidas da literatura francesa após a Segunda Guerra Mundial.
Enquanto judeu egípcio, foi forçado ao exílio pela Crise de Suez de 1956, e fugiu para Paris, onde se juntou à comunidade dos surrealistas, embora nunca tenha sido um membro formal do grupo. Viveu em França o resto da sua vida e, em 1987, recebeu de França o grande prémio de poesia. Uma voz importante na poesia francesa do pós-guerra, Edmond Jabès elude a categorização como escritor. A sua obra é um pastiche de diálogo, aforismo, fragmentos, poesia e canção; grande parte do seu trabalho concentra-se no livro como um lugar no qual as ideias – de exílio, Deus, o eu – são abordadas através de perguntas e de ecos.
Embora fosse ateu, a sua escrita refere-se ao misticismo judaico e à Cabala. Numa entrevista, Edmond Jabès explicou: "Para mim, as palavras 'judeu' e 'Deus' são, é verdade, metáforas. "Deus" é a metáfora do vazio; 'Judeu' representa o tormento de Deus, do vazio." A sua obra demonstra uma profunda melancolia e uma consciência aguda de que o judeu se constitui e permanece sempre no exílio.
"Sempre num país estrangeiro, o poeta usa a poesia como intérprete."

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