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Le Jugement Dernier

de Fabrice Hadjadj
idioma: francês
Editor: L'OEUVRE, novembro de 2010 ‧
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Voici un chef-d'oeuvre essentiel de l'histoire de l'art. Le retable de Beaune, attribué à Rogier Van der Weyden, évoque le Jugement dernier, moment ultime où Dieu viendra juger les vivants et les morts. Unique en son genre, composé de quinze panneaux commandités en 1445 par le chancelier Nicolas Rolin pour les célèbres Hospices de sa ville, cet immense polyptyque s'y trouve toujours dans la grande salle des pauvres - où les visiteurs ont remplacé les mourants... Par-delà sa beauté incomparable, cette peinture porte une sagesse que Fabrice Hadjadj dévoile avec la profondeur et la modernité qu'on lui connaît. On découvre alors l'actualité d'une oeuvre qui a traversé les âges. En ces temps de crise (brisis est le mot grec qui signifie jugement), tandis que se multiplient les annonces de catastrophe et que l'humanité s'interroge sur sa possible extinction, voici que ces panneaux s'ouvrent à nous de manière plus urgente et plus vertigineuse. Ce dont il s'agit ici nous concerne tous, car il y va de l'inéluctable. Comme ces personnages au bas du retable, nous semblons courir vers un abîme. Mais lequel ? Que choisirons-nous des ténèbres ou de la lumière ?

Le Jugement Dernier

de Fabrice Hadjadj

Propriedade Descrição
ISBN: 9782356310750
Editor: L'OEUVRE
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 71
Tipo de produto: Livro
Coleção: Folio
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
EAN: 9782356310750

SOBRE O AUTOR

Fabrice Hadjadj

Fabrice Hadjadj nasceu em 1971, em Nanterre, numa família judaica de origem tunisina. Cresceu num ambiente secularizado e ideologicamente marcado pelo maoísmo, o que contribuiu para uma juventude atravessada por inquietações de carácter niilista. A sua primeira publicação, Objet perdu (1995), é uma coletânea com tonalidade niilista, organizada em colaboração com Claude Alexandre e John Gelder, que inclui textos de diversos autores, entre os quais Michel Houellebecq. Em 1998, confrontado com a doença do pai, iniciou uma intensa busca espiritual que o conduziu à fé cristã, tendo sido batizado na Abadia de Solesmes. Ainda assim, evita tratar esse momento como um ponto final, afirmando que a conversão «não é uma tarefa acabada, mas uma prova que permanece até à morte». Hadjadj tem lecionado filosofia e literatura na periferia de Paris e em Toulon, sendo atualmente diretor do Instituto Philantropos, na Suíça. Entre 2014 e 2016, foi membro do Pontifício Conselho para os Leigos, por nomeação do Vaticano. A sua obra distingue-se por um estilo vigoroso e refletido, em que a filosofia, a fé e a crítica cultural se entrelaçam numa escrita simultaneamente incisiva e pessoal.

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