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Le Grand Espace

de Yves Bonnefoy
idioma: francês
Editor: GALILEE, março de 2008 ‧
15,63€
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Ces pages : la reprise, un peu modifiée et accrue, d'un « scénario » écrit en 1993 à la demande de Jean Galard, qui dirigeait alors les services culturels du Grand Louvre. Il s'agissait de produire un film qui eût expliqué le musée. La proposition fut acceptée mais aussi interprétée de façon si libre, par Yves Bonnefoy, que l'écrit qui en résulta ne se prêta que partiellement et non sans de graves malentendus au documentaire projeté. Ce que son auteur désirait, rêvait, essaya de faire exister, ne désespère pas de voir exister un jour, du fait de quelque écrivain, ou cinéaste, c'est une parole qui, benéficiant d'un écran où des images paraissent mais disparaissent aussi, se métamorphosent, se penchent sur le texte qui les questionne, peut accéder à un second degré du pouvoir d'évoquer, ou de celui de comprendre. Rien de cela, pour autant, n'est ne serait-ce qu'ébauché dans Le Grand Espace. Peut-être y verra-t-on, toutefois, quels lieux de réflexion ou d'errance on peut vouloir opposer aux musées d'aujourd'hui, que ceux-ci soient réels ou imaginaires.

Le Grand Espace

de Yves Bonnefoy

Propriedade Descrição
ISBN: 9782718607696
Editor: GALILEE
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Francês
Páginas: 63
Tipo de produto: Livro
Coleção: La Philosophie En Effet
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782718607696

SOBRE O AUTOR

Yves Bonnefoy

Yves Bonnefoy (Tours, Indre-et-Loire, 24 de junho de 1923 - Paris, 1 de julho de 2016) foi um poeta francês, autor de inúmeros livros de poemas, além de ensaios sobre arte e literatura. Foi também tradutor de peças - como A Tempestade, Hamlet e Macbeth, entre outras, de William Shakespeare - e poemas de William Butler Yeats, John Donne e Giacomo Leopardi.
A sua obra teórica, de grande abrangência, procurou desde cedo interrogar, em livros como L'Improbable (1958), as tensões entre o mundo e a representação poética. Procura a sua filiação no existencialismo de Jean Wahl, de quem foi aluno, mas também numa leitura original que propõe de poetas como Charles Baudelaire e Arthur Rimbaud.
Inicialmente ligado ao surrealismo, desliga-se do movimento em 1947, criticando a gratuidade do imaginário surrealista.
Além do surrealismo, as suas principais influências são Charles Baudelaire, Arthur Rimbaud, Stéphane Mallarmé et Gérard de Nerval, que realizaram, segundo ele, a verdadeira revolução poética da nossa modernidade.
Yves Bonnefoy foi também professor do Collège de France na cátedra de Estudos comparados da função poética. Em 1995 recebeu o Prémio Balzan.
Yves Bonnefoy morreu em 1º de julho de 2016, aos 93 anos.

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