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Le Cycliste De San Cristobal

de Antonio Skármeta
idioma: francês
Editor: POINTS, maio de 2002 ‧
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" j'ai su que j'allais gagner la course. J'allais la gagner contre l'entraîneur, contre mon père, contre mes copains du lycée et mes profs, contre mes propres os, ma tête, mon ventre, ma dissolution, contre ma mort et celle de ma mère, contre le président de la république, contre la russie et les etats-unis, contre les abeilles, les poissons, les oiseaux, le pollen des fleurs. " six nouvelles. six voir de jeunes garçons - de l'enfance aux premiers émois - confrontés aux rudesses de la vie. Misère sociale, régime dictatorial, ou solitude de l'exil. rien ne leur est épargné. et pourtant, chaque fois transparaît un optimisme bouleversant. un recueil porté par une écriture qui, sans rien masquer de la crudité d'une réalité éprouvante, se révèle dans toute la beauté de sa poésie.

Le Cycliste De San Cristobal

de Antonio Skármeta

Propriedade Descrição
ISBN: 9782020550857
Editor: POINTS
Data de Lançamento: maio de 2002
Idioma: Francês
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Points Virgule
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782020550857

SOBRE O AUTOR

Antonio Skármeta

Antonio Skármeta nasceu em Antofagasta (Chile), em 1940. Estudou Filosofia e Letras no seu país e em Nova Iorque. De 1967 até 1973, ano em que se instalou em Berlim, deu aulas de Literatura na Universidade do Chile. A partir de 1981, dedicou-se à escrita, ao cinema e ao teatro, sendo simultaneamente professor convidado de numerosas universidades europeias e norte-americanas.
Da sua produção literária destacam-se os romances Sone que la nieve ardia, No pasó nada, La Insurrección e Match-Ball e os livros de contos El entusiasmo, Desnudo en el tejado e Tiro libre, todos eles traduzidos para vários idiomas e várias vezes premiados.
Condecorado pelo governo francês, foi bolseiro da Fundação Guggenheim e do Programa das Artes de Berlim. A sua actividade como argumentista inclui filmes como Reina la tranquilidad en el país e La Insurrección, de Peter Lilienthal, e Desde lejos veo este país, de Christian Ziewer. Como director de cinema rodou vários documentários e longas-metragens, entre as quais se destaca Ardiente paciencia, galardoado nos Festivais de Huelva, Biarritz e Bordéus e distinguido com o Adolf Grimmm Preis, na Alemanha, e o Prémio Georges Sadoul para o melhor filme estrangeiro, em França.
Trabalhou também como tradutor, vertendo para castelhano obras de Mailer, Kerouac e Scott Fitzgerald.

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