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Não Foi Nada

de Antonio Skármeta
idioma: português do brasil
Editor: Record, outubro de 1997 ‧
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Com um título irónico, Antonio Skármeta (autor do festejado O Carteiro e o Poeta) apresenta um romance que se pode chamar de formação, o do crescimento de um jovem, da infância à maturidade.

Esta história tem a força do humor, da ironia, da dor e da verdade. Estabelece relações complexas e problemáticas, transmite vivências cotidianas, reafirmando uma identidade e a confiança na criatividade.

Não Foi Nada

de Antonio Skármeta

Propriedade Descrição
ISBN: 9788501049742
Editor: Record
Data de Lançamento: outubro de 1997
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 138 x 213 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 106
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788501049742

SOBRE O AUTOR

Antonio Skármeta

Antonio Skármeta nasceu em Antofagasta (Chile), em 1940. Estudou Filosofia e Letras no seu país e em Nova Iorque. De 1967 até 1973, ano em que se instalou em Berlim, deu aulas de Literatura na Universidade do Chile. A partir de 1981, dedicou-se à escrita, ao cinema e ao teatro, sendo simultaneamente professor convidado de numerosas universidades europeias e norte-americanas.
Da sua produção literária destacam-se os romances Sone que la nieve ardia, No pasó nada, La Insurrección e Match-Ball e os livros de contos El entusiasmo, Desnudo en el tejado e Tiro libre, todos eles traduzidos para vários idiomas e várias vezes premiados.
Condecorado pelo governo francês, foi bolseiro da Fundação Guggenheim e do Programa das Artes de Berlim. A sua actividade como argumentista inclui filmes como Reina la tranquilidad en el país e La Insurrección, de Peter Lilienthal, e Desde lejos veo este país, de Christian Ziewer. Como director de cinema rodou vários documentários e longas-metragens, entre as quais se destaca Ardiente paciencia, galardoado nos Festivais de Huelva, Biarritz e Bordéus e distinguido com o Adolf Grimmm Preis, na Alemanha, e o Prémio Georges Sadoul para o melhor filme estrangeiro, em França.
Trabalhou também como tradutor, vertendo para castelhano obras de Mailer, Kerouac e Scott Fitzgerald.

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