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Libertad De Movimiento

de Antonio Skármeta
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, outubro de 2017 ‧
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Libertad de movimiento compila una selección de relatos de Antonio Skármeta. Historias fugaces, intensas y con una prosa diáfana provista de ironía y humor negro de la mano de un maestro reconocido del género de la ficción breve. Este notable conjunto de relatos está cruzado por el tránsito de sus protagonistas a otros países, a veces obligados por el exilio, a veces en la búsqueda de nuevos horizontes económicos. A veces solo a la siga de una identidad propia o un lugar donde habitar en el mundo. Así, asistimos con emoción a la historia de un crítico literario chileno sumido en la melancolía que viaja a París para alejarse de su inocua existencia; a las vicisitudes de un adolescente que tiene que abandonar intempestivamente el país en el que vive; o a la atracción sexual que ejerce una fulgurante fotógrafa madrileña. Reseña:«Se advierte en el estilo de Skármeta la libertad de escritura de Jack Kerouac.»Le Monde Diplomatique

Libertad De Movimiento

de Antonio Skármeta

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466342520
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788466342520

SOBRE O AUTOR

Antonio Skármeta

Antonio Skármeta nasceu em Antofagasta (Chile), em 1940. Estudou Filosofia e Letras no seu país e em Nova Iorque. De 1967 até 1973, ano em que se instalou em Berlim, deu aulas de Literatura na Universidade do Chile. A partir de 1981, dedicou-se à escrita, ao cinema e ao teatro, sendo simultaneamente professor convidado de numerosas universidades europeias e norte-americanas.
Da sua produção literária destacam-se os romances Sone que la nieve ardia, No pasó nada, La Insurrección e Match-Ball e os livros de contos El entusiasmo, Desnudo en el tejado e Tiro libre, todos eles traduzidos para vários idiomas e várias vezes premiados.
Condecorado pelo governo francês, foi bolseiro da Fundação Guggenheim e do Programa das Artes de Berlim. A sua actividade como argumentista inclui filmes como Reina la tranquilidad en el país e La Insurrección, de Peter Lilienthal, e Desde lejos veo este país, de Christian Ziewer. Como director de cinema rodou vários documentários e longas-metragens, entre as quais se destaca Ardiente paciencia, galardoado nos Festivais de Huelva, Biarritz e Bordéus e distinguido com o Adolf Grimmm Preis, na Alemanha, e o Prémio Georges Sadoul para o melhor filme estrangeiro, em França.
Trabalhou também como tradutor, vertendo para castelhano obras de Mailer, Kerouac e Scott Fitzgerald.

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