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Le Clan Du Sorgho

de Mo Yan
idioma: francês
Editor: ACTES SUD, março de 2001 ‧
14,84€
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1939 : l'envahisseur japonais marche sur Gaomi, Chine du Nord-Est. Les paysans se soulèvent. Dai Fenglian, une femme d'exception, met son charisme au service du commandant Yu, un brigand qui dirige la résistance. Tel est le point de départ d'un roman où toute une communauté - d'humbles villageois, pour la plupart - se jette dans un combat sans merci. Symboles de fertilité et de paix, les champs de sorgho sont bientôt détrempés du sang des victimes. Mo Yan, ici, se souvient d'une époque particulièrement tragique de l'histoire chinoise. Il retrouve, à travers elle, la tradition d'une écriture épique où la violence des affrontements libère des forces sacrées. La mort, la peur et l'ivresse de la cruauté dressent un décor grandiose pour cette aventure dont l'adaptation cinématographique - sous le titre Le Sorgho rouge (Ours d'or du Festival de Berlin en 1988) - a connu un succès international.

Le Clan Du Sorgho

de Mo Yan

Propriedade Descrição
ISBN: 9782868695475
Editor: ACTES SUD
Data de Lançamento: março de 2001
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Peinture
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782868695475

SOBRE O AUTOR

Mo Yan

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2012

Guan Moye (Mo Yan) nasceu em 1955 na China (província de Shandong). Foi então que começou a escrever, escolhendo desde logo o seu pseudónimo, Mo Yan, que significa "não fale". Numa entrevista recente, explicou que o nome se refere ao período revolucionário da década de 1950, quando os pais o aconselharam a não exprimir as suas opiniões em público.
Em 1981, publicou o primeiro romance, escrito quando era soldado.
Em 1987, publicou Red Sorghum (Sorgo Vermelho), que viria a tornar-se um bestseller. Foi adaptado ao cinema por Zhang Yimou e ganhou o Urso de Ouro do Festival Internacional de Berlim em 1988.
Em 1996, lançou Peito Grande, Ancas Largas, a única obra deste autor publicada em Portugal, pela editora Ulisseia. Este romance, que foi proibido na China, relata, de uma perspectiva feminina, quase um século da História do país. Devido ao teor sexual do texto, Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, tendo mais tarde sido obrigado a retirá-lo de circulação.
Em 2011, ganhou o prémio Mao Dun, o mais importante galardão literário do país, sendo depois eleito vice-presidente da Associação dos Escritores da China.
O seu estilo é comparado ao realismo mágico de Gabriel García Márquez.
Em 2012, recebeu o Prémio Nobel de Literatura.

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