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El Reencuentro De Los Compañeros De Armas

de Mo Yan
idioma: espanhol
Editor: Kailas Editorial, S.L., outubro de 2025 ‧
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Mo Yan, Premio Nobel de LiteraturaTraducción del chino de Blas Piñero Martínez Una novela de amor prohibido en tiempos de agitación política y social, impregnada de un profundo erotismo transgresor.El cultivo y manufacturación del algodón tuvo inesperadamente un impacto enorme en cómo la mujer era considerada en China: el algodón empoderó su figura. La equivalencia entre la mujer y el algodón adquiere en la obra algo más que un simbolismo de fondo: crea y estructura el núcleo de un intenso drama.La zona rural donde se ha instalado la pequeña planta transformadora de algodón se convierte en un microcosmos donde toda la China de la época está representada, y la joven protagonista, Fang Biyu, en el símbolo de la mujer china. El algodón como alegoría de la feminidad obedece también al ciclo de la menstruación (un ciclo lunar) que caracteriza a la mujer, ya que la protección sanitaria utilizada por las mujeres chinas durante sus periodos estaba hecha de ese material.A través de un enfoque autobiográfico y de una estética carnavalesca y trágica al mismo tiempo, Mo Yan aborda la pérdida de la inocencia y el rito del paso a la edad adulta.

El Reencuentro De Los Compañeros De Armas

de Mo Yan

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387534134
Editor: Kailas Editorial, S.L.
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9791387534134

SOBRE O AUTOR

Mo Yan

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2012

Guan Moye (Mo Yan) nasceu em 1955 na China (província de Shandong). Foi então que começou a escrever, escolhendo desde logo o seu pseudónimo, Mo Yan, que significa "não fale". Numa entrevista recente, explicou que o nome se refere ao período revolucionário da década de 1950, quando os pais o aconselharam a não exprimir as suas opiniões em público.
Em 1981, publicou o primeiro romance, escrito quando era soldado.
Em 1987, publicou Red Sorghum (Sorgo Vermelho), que viria a tornar-se um bestseller. Foi adaptado ao cinema por Zhang Yimou e ganhou o Urso de Ouro do Festival Internacional de Berlim em 1988.
Em 1996, lançou Peito Grande, Ancas Largas, a única obra deste autor publicada em Portugal, pela editora Ulisseia. Este romance, que foi proibido na China, relata, de uma perspectiva feminina, quase um século da História do país. Devido ao teor sexual do texto, Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, tendo mais tarde sido obrigado a retirá-lo de circulação.
Em 2011, ganhou o prémio Mao Dun, o mais importante galardão literário do país, sendo depois eleito vice-presidente da Associação dos Escritores da China.
O seu estilo é comparado ao realismo mágico de Gabriel García Márquez.
Em 2012, recebeu o Prémio Nobel de Literatura.

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