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El Reencuentro De Los Compañeros De Armas

de Mo Yan
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: Kailas Editorial, S.L., fevereiro de 2024 ‧
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«El reencuentro de los compañeros de armas»Mo Yan, Premio Nobel de LiteraturaTraducción del chino de Blas Piñero Martínez Una novela poética y nostálgica en la que Mo Yan muestra su rabia, combinada con una ironía feroz, contra la estupidez de la guerra y quienes la libran, y una ternura apasionada por los que la sufren.El reencuentro de los compañeros de armas transmite con asombrosa vivacidad los sentimientos de dos veteranos del ejército de las aldeas rurales de la China más profunda.Uno de ellos murió en el frente de forma ignominiosa. El otro llegó a ser oficial. Los dos amigos se reúnen en espacios imaginarios y hablan de la vida, de su infancia campesina, de sus años en los cuarteles, de sus amores frustrados y de las batallas donde, en todas partes, la farsa compite con la tragedia.

El Reencuentro De Los Compañeros De Armas

de Mo Yan

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418345753
Editor: Kailas Editorial, S.L.
Data de Lançamento: fevereiro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788418345753

SOBRE O AUTOR

Mo Yan

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2012

Guan Moye (Mo Yan) nasceu em 1955 na China (província de Shandong). Foi então que começou a escrever, escolhendo desde logo o seu pseudónimo, Mo Yan, que significa "não fale". Numa entrevista recente, explicou que o nome se refere ao período revolucionário da década de 1950, quando os pais o aconselharam a não exprimir as suas opiniões em público.
Em 1981, publicou o primeiro romance, escrito quando era soldado.
Em 1987, publicou Red Sorghum (Sorgo Vermelho), que viria a tornar-se um bestseller. Foi adaptado ao cinema por Zhang Yimou e ganhou o Urso de Ouro do Festival Internacional de Berlim em 1988.
Em 1996, lançou Peito Grande, Ancas Largas, a única obra deste autor publicada em Portugal, pela editora Ulisseia. Este romance, que foi proibido na China, relata, de uma perspectiva feminina, quase um século da História do país. Devido ao teor sexual do texto, Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, tendo mais tarde sido obrigado a retirá-lo de circulação.
Em 2011, ganhou o prémio Mao Dun, o mais importante galardão literário do país, sendo depois eleito vice-presidente da Associação dos Escritores da China.
O seu estilo é comparado ao realismo mágico de Gabriel García Márquez.
Em 2012, recebeu o Prémio Nobel de Literatura.

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