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L'An V De La Révolution Algérienne

de Frantz Fanon
idioma: francês
Editor: LA DECOUVERTE, março de 2011 ‧
12,13€
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Au moment ou certaines archives demeurées longtemps secrètes de la guerre d'Algérie s'ouvrent enfin et que les historiens font éclater de part et d'autre la vérité sur un conflit qui n'a pas encore révélé ses aspects les plus sombres, ce « classique de la décolonisation », publié pour la première fois en 1959 et sans cesse réédité reste d'actualité. Ce livre est né de l'expérience accumulée au coeur du combat, au sein du FLN. Car Frantz Fanon, né antillais et mort algérien (1925-1961), avait choisi de vivre et de lutter parmi des colonisés comme lui, en Algérie, pays du colonialisme par excellence. Texte militant, cet ouvrage fut aussi la première analyse systématique de la transformation qui s'opérait alors au sein du peuple algérien engagé dans la révolution. Ce texte, parmi les tout premiers publiés aux Editions Maspero, décrit de l'intérieur les profondes mutations d'une société algérienne en lutte pour sa liberté. Ces transformations, la maturation politique et sociale, ignorées par les colons alors qu'elles étaient justement les fruits de la colonisation et de l'humiliation, présidèrent pourtant largement au processus qui mena à la guerre d'Algérie, « la plus hallucinante qu'un peuple ait menée pour briser l'oppression coloniale ».

L'An V De La Révolution Algérienne

de Frantz Fanon

Propriedade Descrição
ISBN: 9782707167637
Editor: LA DECOUVERTE
Data de Lançamento: março de 2011
Idioma: Francês
Dimensões: 126 x 193 x 9 mm
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Coleção: Guide Metiers
Classificação Temática: Livros em Francês > História > História em Geral
EAN: 9782707167637

SOBRE O AUTOR

Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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