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Piel Negra, Mascaras Blancas

de Frantz Fanon
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Akal, maio de 2026 ‧
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Pocos autores han tenido un impacto tan profundo sobre la identidad negra como Frantz Fanon, cuya obra ha ejercido una poderosa influencia sobre el movimiento de los derechos civiles, los movimientos anticoloniales y los movimientos por la conciencia negra de todo el mundo, desde el Black Power hasta los Black Panthers pasando por buena parte de los movimientos de liberación nacional de África y Asia. El racismo y el colonialismo todavía dejan sentir su peso sobre el mundo contemporáneo, y de su análisis y crítica intelectual depende en gran medida la calidad de los modelos de acción política revolucionaria del futuro. Este libro de culto representa un agudo análisis de la formación de la identidad negra en una sociedad blanca, esto es, de cómo el racismo define los modos de reconocimiento, interrelación y construcción de la personalidad individual y social en las sociedades poscoloniales. Incluye, además, artículos de Samir Amin, Judith Butler, Lewis R. Gordon, Ramón Grosfoguel, Nelson Maldonado-Torres, Walter Mignolo, Immanuel Wallerstein y Sylvia Wynter, que desmenuzan brillantemente el texto de Fanon exponiendo toda su riqueza, complejidad y sofisticación intelectual.

Piel Negra, Mascaras Blancas

de Frantz Fanon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788446058601
Editor: Ediciones Akal
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
Livros em Espanhol > História > História em Geral
EAN: 9788446058601

SOBRE O AUTOR

Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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