L'An 501, La Conquête Continue

de Noam Chomsky
idioma: francês
Editor: L'HERNE, fevereiro de 2007 ‧
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" Dans la période de corruption intellectuelle que nous vivons aujourd'hui, il importe de souligner que les théories économiques, la démocratie et les droits de l'homme, prônés par les dirigeants sont des instruments du pouvoir, destinés aux autres nations afin qu'elles se laissent dévaliser et exploiter plus efficacement. Aucun pays riche n'accepte ces conditions pour lui-même, sauf si elles lui accordent des avantages temporaires, l'Histoire montre bien que de graves entorses à ces théories ont constitué un puissant facteur de développement. " Depuis la Conquête du Nouveau Monde, les stratégies de domination mises en oeuvre par les superpuissances n'ont pas varié sinon par la technologie. Pour prendre l'exemple de Saddam Hussein, " ses crimes étaient sans importance jusqu'au moment où il commit le crime de désobéissance. L'Occident lui réaffirma pourtant son soutien face à un ennemi autrement plus dangereux : la liberté et la démocratie dans le tiers-monde. La leçon était claire, profit et pouvoir sont les seules priorités. La démocratie est une menace à conjurer à tout prix ". Un constat qui ne concerne pas seulement de lointains pays mais aussi nos sociétés à pensée unique sous-tendues par des mécanismes de contrôle d'une extrême violence, où l'homme n'est plus que l'instrument dérisoire du profit.

L'An 501, La Conquête Continue

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9782851974389
Editor: L'HERNE
Data de Lançamento: fevereiro de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 413
Tipo de produto: Livro
Coleção: Theorie Et Strategie
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Filosofia
EAN: 9782851974389

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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