10% de desconto

La Tragedia De La Calle De Las Flores

de Eça de Queiroz
idioma: espanhol
Editor: Gadir Editorial, S.L., março de 2014 ‧
12,23€
10% DESCONTO CARTÃO
La tragedia de la calle de las Flores no fue publicada hasta 80 años después de la muerte de su autor, en 1980. El propio Eça, en 1877, escribía a su editor que esta novela era «lo mejor y más interesante que tengo escrito hasta hoy». Esa opinión no parece exagerada a la vista de la obra. Eça transita admirablemente desde el humor hasta la tragedia en una novela, ante todo, de pasión, donde el amor y el sexo aparecen contrapuestos a las convenciones de la sociedad decadente del XIX. Una trama trágica que arrastra al lector y le absorbe desde la primera página. La maestría de Eça le permite a la vez transmitir un retrato eficaz y una crítica feroz de aquella sociedad y acercarnos a cuestiones permanentes, que mantienen inquieto al lector de hoy de principio a fin.

La Tragedia De La Calle De Las Flores

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494201882
Editor: Gadir Editorial, S.L.
Data de Lançamento: março de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 378
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca De Traduc
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494201882

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR