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La Papallona Dels Cims

de André Franquin
idioma: espanhol, catalão
Editor: EDITORIAL BASE (CAT), dezembro de 2016 ‧
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Un grup d'investigadors acaba d'arribar a Palòmbia i ha instal·lat el seu campament en el cor de la selva. El seu objectiu és trobar una femella de Narcissus Bucéphalus, una bella i estranya papallona que posa els ous en el niu dels marsupilamis. Però com si fos un carnívor que aguaita la seva presa, un talp infiltrat a l'equip espera poder sabotejar la seva feina abans que el seu líder no el descobreixi. I per si això no fos suficient, han de suportar el fill malcriat del promotor de l'expedició. Com afectarà tot això al Marsupilami?

La Papallona Dels Cims

de André Franquin

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416587223
Editor: EDITORIAL BASE (CAT)
Data de Lançamento: dezembro de 2016
Idioma: Espanhol, Catalão
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Infantil
EAN: 9788416587223

SOBRE O AUTOR

André Franquin

André Franquin nasceu a 3 de janeiro de 1924 em Etterbeek (Bélgica) e veio a falecer em 5 de janeiro de 1997 em Saint-Laurent-duVar (França).
Profícuo autor de banda desenhada, ficou sobretudo conhecido pelas séries Spirou e Fantásio, Gaston, Modesto e Pompom e Ideias Negras; sendo também o criador do prodigioso Marsupilami, um animal imaginário.
Em 1955, em litígio com Charles Dupuis, ingressa na revista Tintin e cria a série Modesto e Pompom, regressando porém às Éditions Dupuis em 1959.
Nos finais da década de 1950, e apenas para animar a revista Spirou, cria, juntamente com Yvan Delporte, a personagem Gaston Lagaffe, personagem que, porém, dado o seu êxito retumbante, cedo viria a ter uma série própria. Por essa altura, para fazer face ao enorme volume de trabalho, Franquin cria o seu próprio ateliê e rodeia-se de jovens autores promissores, entre os quais Greg, Roba e Jidéhem.
Franquin é um dos pilares da banda desenhada franco-belga e da primeira geração da Escola de Marcinelle. Notabilizou-se pela qualidade do seu traço, nomeadamente pela forma como conseguia transmitir o movimento, pela expressividade que conferia às suas personagens e pela riqueza dos seus ambientes, bem como pela inventividade do seu humor, muitas vezes salpicado de laivos de poesia.

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