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La Loi Du Marcheur

de Serge Daney
idioma: francês
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS, novembro de 2011 ‧
12,01€
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Adaptation Nicolas Bouchaud, Éric Didry et Véronique Timsit d'après Itinéraire d'un ciné-fils, un entretien avec Régis Debray. C'est à notre propre rapport à l'art que nous renvoie Daney. L'art du côté du présent et de la vie‚ c'est-à-dire du côté de l'expérience. Il suffit de se souvenir que le cinéma prend sa source dans notre enfance et qu'un photogramme aperçu en passant à l'entrée d'une salle peut changer sensiblement le cours des choses en nous. Imaginons donc un acteur jouant un spectateur.

La Loi Du Marcheur

de Serge Daney

Propriedade Descrição
ISBN: 9782846813402
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Coleção: Que Sais-Je ?
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Francês > Arte > Outras Artes
EAN: 9782846813402

SOBRE O AUTOR

Serge Daney

Serge Daney nasceu em Paris em 1944 e foi um dos grandes críticos de cinema da segunda metade do século XX. A sua cinefilia começa com Nuit et Brouillard de Resnais, visto no liceu, e com "De l'abjection", artigo de Rivette nos Cahiers du cinéma. Daney não deixou de voltar a estes dois marcos estéticos e morais, inseparáveis da tragédia do século. Começou a escrever regularmente para os Cahiers em 1964, no final do "período amarelo" da revista.

A partir de 1968 viaja: Índia, África, Marrocos... Enigma e promessa, o mapa – como o cinema – é o mundo. Em 1973 torna-se director dos Cahiers, refundando a revista depois do seu militante "período vermelho". Em 1979 passa a dirigir a secção de cinema do jornal Libération, dedicando-se primeiro ao cinema "puro e duro", depois aos filmes revistos na televisão, finalmente à análise das trocas de bons e maus procedimentos entre cinema e televisão, bem como às questões da informação e da desinformação.

As reflexões sobre a imagem e o audiovisual ocupam as suas últimas crónicas no jornal. Em 1991 funda a revista Trafic, onde se trata de retornar a um cinema que deixou, entretanto, de estar só. Serge Daney morreu de sida a 12 de Junho de 1992.

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