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La Liberté De Corker

de John Berger
idioma: francês
Editor: LUX CANADA, março de 2012 ‧
22,90€
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Traduit pour la première fois en français, le troisième roman de John Berger est le récit d'une journée cruciale dont le cours va changer la vie des protagonistes : celle de William Tracey Corker, 63 ans, directeur d'une agence de placement du sud de Londres, mais aussi celle de sa soeur Irène, d'Alec son jeune employé et de Jackie, la petite amie de ce dernier. Intrigue, rebondissements, satire, ce drame en quatre actes comporte tous les ingrédients du roman classique. Dans ce texte pourtant résolument moderne, l'auteur choisit d'évoquer le mystère de ses personnages en relatant leurs faits et gestes, mais surtout en faisant résonner tout haut leur pensée. Il en ressort un récit à plusieurs voix, humbles ou fortes, haletantes, inquiètes. Toutes donnent à imaginer l'insaisissable existence des êtres, dont le fragile dialogue n'offre qu'un aperçu. Que l'on décide de voir en Corker un "vieux malin" ou un "putain d'idéaliste", ce livre est à lire comme un conte philosophique ironique et incisif sur la liberté.

La Liberté De Corker

de John Berger

Propriedade Descrição
ISBN: 9782895961314
Editor: LUX CANADA
Data de Lançamento: março de 2012
Idioma: Francês
Páginas: 333
Tipo de produto: Livro
Coleção: Orphee
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782895961314

SOBRE O AUTOR

John Berger

John Berger (1926-2017), crítico de arte, pintor e escritor inglês, ícone da contracultura e um dos pensadores mais influentes dos nossos dias, avançou contra a corrente num tempo de especialistas e especializações. Em quadros, ensaios, poemas, ficções, argumentos para cinema ou programas de televisão, foi plural também nas suas inspirações, tomando interesse nas franjas da sociedade (os presos, os camponeses, os migrantes) como exemplos de resistência em face da ignomínia de governos e mercados. Foi para escapar a essa infâmia, aliás, que Berger se exilou durante mais de 50 anos na França rural. Ganhou o Prémio Booker em 1972 com o seu romance experimental feminista G., e o seu ensaio mais famoso, Modos de Ver, escrito nesse ano após o êxito retumbante da série homónima da BBC, é uma referência na crítica de arte ainda hoje estudada por académicos e redescoberta pelo público. Com um olhar curioso sobre o mundo, com os pés assentes na terra e as mãos a revolvê-la, soube como poucos expor, ao longo da obra e da vida, as suas convicções políticas, contradições e metamorfoses.

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