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La Esperanza De Pandora

de Bruno Latour
idioma: espanhol
Editor: GEDISA, novembro de 2021 ‧
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Las ciencias exactas parten de la premisa de «una realidad independiente, libre de la interacción humana». Los estudios de la ciencia ?de los que el sociólogo, antropólogo y filósofo Bruno Latour es uno de los más prominentes representantes? tienen como objetivo desvelar el componente humano que influye inevitablemente en toda investigación científica y sus resultados. Con abundantes anécdotas y la didáctica de un buen profesor, Latour expone diversos estudios de caso ?una expedición en la selva del Amazonas, la investigación sobre la energía atómica o los experimentos de Louis Pasteur? para ilustrar el factor humano del conocimiento científico. Indaga en los planteamientos filosóficos de Platón a Isabelle Stengers, de Durkheim a Donna Haraway, para señalar lo que está en juego en estas llamadas «guerras de la ciencia»: la sumisión perpleja de la gente común ante las fuerzas beligerantes de quienes pretenden haber alcanzado la verdad última.

La Esperanza De Pandora

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418525360
Editor: GEDISA
Data de Lançamento: novembro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9788418525360

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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