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La Crise ; Amérique 1927-1932

de Paul Claudel
idioma: francês
Editor: METAILIE, setembro de 2009 ‧
12,52€
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De mars 1927 à 1933, Paul Claudel est ambassadeur de France à Washington. A peine arrivé aux États-Unis, il parcourt le pays où sa notoriété littéraire lui vaut de nombreuses invitations, et très vite, il s'interroge sur "la prospérité américaine, ses causes, ses conditions et les dangers qui la menacent". Au lendemain du Jeudi noir, il n'est pas surpris et décrit à Aristide Briand, son ministre, les circonstances d'une crise qu'il lui avait déjà annoncée. Ces lettres ont gardé en 2009 une justesse et une actualité troublantes.

La Crise ; Amérique 1927-1932

de Paul Claudel

Propriedade Descrição
ISBN: 9782864246992
Editor: METAILIE
Data de Lançamento: setembro de 2009
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Suite Francaise
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782864246992

SOBRE O AUTOR

Paul Claudel

Poeta francês, dramaturgo e diplomata, cujo trabalho mostra a influência do Catolicismo, de S. Tomás de Aquino e Dante. De todos os seus trabalhos é de destacar Cinq Grandes Odes - Cinco Grandes Odes - (1910) e Les Soulier de Satin - O Sapato de Santanás - (1929).
Nasceu em Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois, em Aisne (cidade onde se desenrola a peça), no seio de uma família de fazendeiros de classe média.
Após terminar os seus estudos, em Paris, tornou-se diplomata em 1898. Dois anos depois entrou para a Abadia de Ligugé como oblata da ordem Beneditina.
Casou-se em 1906 com Sainte-Marie Perrin e dado que era diplomata passou a maior parte dos anos, até 1934, fora de França: América, China, Brasil, Itália, entre outros, e já como embaixador em Tóquio e Washington (1927-1933) e, finalmente, em Bruxelas. Em 1935 retirou-se para o seu castelo em Brangues (Isêre).
Apesar da oponência Nazi, Paul Claudel consegue escrever uma Ode triunfal para Pétain, em 1940, e outra, mas desta vez para o General De Gaulle, em 1944, sem ser acusado de oportunismo. Em 1944 foi eleito para a Academia Francesa e no dia 1 de Maio de 1950 foi honrado pelo Papa numa cerimónia pública e inaudita.
Morreu em Paris em Fevereiro de 1955.

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