Justine ou Os Infortúnios da Virtude
Editor:
Antígona, fevereiro de 2024 ‧
ver detalhes do produto
15,30€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UlVGSldreDBaRkpUTURKdU5ubFVSakpxWjBGcFExTjVOSFkwYUU5UFRGQklkbmwyTlhab1FrMWllRTVqZVRodU0xQTNVV1JCU0RsQ1ExYzJNMk13YTFSd0t6VkVWalpaYjJ4T2QwbHJTa1paUjBSc09EQkhSM0owTDJFMlNuQXdTa0UzU0ZkelZYWXZlVXMyUnpZM1NTdHlVMU5pWkhWTVdYbG5TRlV5U0dsVFZVeE1ZM0JWU3pKUlVESjRhVlpzV1VSU1RsazNNREZZWms1VVEwdHNORUZqUzBWemFIQkJMMkpRV1VzMlZYVlVjbTlTWkRkRE1XbFhRVUpHTVc1VmNYaE1URmxzWVd0c2QxWXlNVmxtVkVoelVHUnpiRmw1WWtGWWFrOUJja1kwV0ROaGFteHpLekF3YTFkaU15dEpaVXRsY3pabWNXTmpLMmxWUnpOd1kwUlJSRFJUUmxjd2MwczNaSFp1UjJkS2QyTllPRUpFVG1KclkzaEZjRWN3ZEV0MGNHaFVZM0pNV0hrek5tY3ZlV0ZpYjNOU1NuYzBlSGxDT0VsNE1sbFJjR1ZFVkd4cFFWUXdRMVpIUzNkYVowUnBTR2h2VGtWQk1tbEhORGtyY1VrM1EwTk1TR293Um1NelFsUTJVa3BCVUd0NmNGRkljMGxWVFhsalZ6TkZUbWhCWmpocFoyVnpkMHRSVmpoc1pFUnNWM1JsU0ZkRFJWRnVMMUEyZGxaTGIxZGxlVllyUVRSNU1rUTVMMVJ6Ym1KV2FXcDJUM1p1YVhWemVXMHdURWs1YVdsUU0zRTJRa2x2VVVSNWNUSnZhVXBEVGpaa2QzQkVNRTVPU1haQlpEWXhXV0pwVVcxMFoyeFNZVTFDY2xacFRGSkhiRWwwYUVRMk1pOUVLelp5ZHpCSVp6VnhVbWhOUVc0MGVFZEhPSFpDYlRWMmJqZEVNRWx6TUdwUk1rdzRXakF3VldnNGNDdHhWVGt5TjFWMVRVUkNkMnRrUlVwWFpsZzRLM0Z3YldadlkzWkpjSFpZTTJSR1RsbHdXVEZvVVVoVFVUMDk6TFdwSGZPUUNaMC9US2pQRXp6aVk4UT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
Justine ou Os Infortúnios da Virtude (1791) é provavelmente o mais importante romance de Sade. Figura concebida apenas para demonstrar a sua tese pessimista sobre as consequências da virtude, a protagonista é violada, aviltada, presa por falsas acusações e, por fim, maltratada por toda a sociedade, funcionando como espelho da corrupção moral circundante.
Devemos a Sade, como lembrou Pierre Klossowski, «a denúncia vigorosa das forças obscuras camufladas em valores sociais pelos mecanismos de defesa da colectividade». Contra essas forças obscuras, Sade lançou o seu grito desesperado: «Estou excluído da pureza porque a quero possuir. Não posso deixar de desejar a pureza, e por isso sou impuro.»
Devemos a Sade, como lembrou Pierre Klossowski, «a denúncia vigorosa das forças obscuras camufladas em valores sociais pelos mecanismos de defesa da colectividade». Contra essas forças obscuras, Sade lançou o seu grito desesperado: «Estou excluído da pureza porque a quero possuir. Não posso deixar de desejar a pureza, e por isso sou impuro.»
CRÍTICAS
«Sade quis devolver ao homem civilizado a força dos seus instintos primitivos, quis desembaraçar a imaginação amorosa dos seus próprios objectos. Julgou que daí, e só daí, nasceria a verdadeira igualdade. Porque a virtude traz dentro dela a sua felicidade, esforçou-se, em nome de todo o que sofre, por rebaixá-la, por impor-lhe a lei suprema da infelicidade, contra qualquer ilusão, contra qualquer mentira, para que ela pudesse ajudar todos os que condena a construir sobre a terra um mundo à medida imensa do homem.»
Paul Éluard
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726084549 |
| Editor: | Antígona |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 135 x 212 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 344 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura Erótica
|
| EAN: | 9789726084549 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Eveline, as Aventuras Amorosas de Uma Dama VitorianaPublicações Europa-América14,90€ 10% CARTÃO
-
10%Os Tomates EnlatadosAntígona10,00€ 10% CARTÃO