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Journal ; Une Anthologie (1889-1949)

de André Gide
idioma: francês
Editor: FOLIO, fevereiro de 2012 ‧
14,10€
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Le Journal d'André Gide peut être considéré comme la pièce maîtresse de l'écrivain. Texte original, transgressif à plus d'un titre par rapport à la morale courante, les tabous de la sexualité, les idées reçues, les lieux communs, les idéologies, la religion, à la fois sérieux et drôle, grave et léger, rapide et lent, il reste d'une ampleur et d'une amplitude insoupçonnées. Cette anthologie, qui se réclame de l'art de la réduction cher aux compositeurs, a pour but de rendre l'une et l'autre, quintessenciées. Peter Schnyder

Journal ; Une Anthologie (1889-1949)

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070444342
Editor: FOLIO
Data de Lançamento: fevereiro de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 107 x 177 x 19 mm
Páginas: 464
Tipo de produto: Livro
Coleção: Lexi-Jardin
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Sociologia
EAN: 9782070444342

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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