José Saramago - Homem-Rio
Editor:
INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, dezembro de 2016 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
José Saramago, Prémio Nobel da Literatura, nasceu no Ribatejo a 16 de novembro de 1922 e morreu em Lanzarote a 18 de junho de 2010. Foi serralheiro mecânico, funcionário da saúde e da previdência social, desenhador, escritor, editor, crítico, tradutor e jornalista. Foi Saramago-menino, Saramago-adolescente, Saramago-adulto e Homem-Rio. Foi múltiplo como só um escritor o sabe ser.
«Ao contrário de um rio, um escritor tem muitas margens. de um rio, sabemos onde nasce e onde desagua; a um rio, conhecemos a margem direita e a margem esquerda. Já um escritor tem tantas margens quantas as palavras que existem — as que ele mesmo escreve e as que, antes dele, outros escreveram.»
«Ao contrário de um rio, um escritor tem muitas margens. de um rio, sabemos onde nasce e onde desagua; a um rio, conhecemos a margem direita e a margem esquerda. Já um escritor tem tantas margens quantas as palavras que existem — as que ele mesmo escreve e as que, antes dele, outros escreveram.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722725149 |
| Editor: | INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 240 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 48 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Plano Nacional de Leitura
>
12-14 anos
>
Literatura
|
| EAN: | 9789722725149 |
OPINIÃO DOS LEITORES
O rio como metáfora do génio
FERNANDO CARVALHO
Como um rio que, de origem humilde, foi aumentando o seu caudal, alargando margens, até desaguar no vasto oceano, assim foi o génio de Saramago. Belo livro.
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