José Saramago - A Luz e o Sombreado

de Fernando Venâncio
Editor: Campo das Letras, abril de 2000 ‧
Fernando Venâncio, ficcionista ( "Os Esquemas de Fradique"), tradutor e ensaísta, colaborador em diversos jornais e revistas ("Ler", "Expresso", "JL", etc.), reúne neste livro um série de ensaios sobre o escritor José Saramago, Nobel da Literatura. Sem sombra de dúvidas que Saramago é o escritor português mais conhecido, publicado e lido da actualidade. Amado por uns, nem tanto por outros, a sua obra está longe de consensos. O próprio Fernando Venâncio diz que Saramago, "por vezes o desvanece, por vezes o agasta, o que só quer dizer que é um escritor que lhe interessa". Venâncio, que se manifesta contra um "concepção asséptica dos estudos literários", acha que a "literatura é uma fonte de prazeres" mas também "de constrangimentos". A sua leitura de Saramago "foi até hoje, e talvez deva continuar a ser, ocasião de desencontradas sensações." E interroga-se: "isso é sinal, ou mesmo prova, da grandeza do objecto"? É. E este seu livro é também uma leitura apaixonada de Saramago. Sem papas na língua.

José Saramago - A Luz e o Sombreado

de Fernando Venâncio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726103073
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 207 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Campo da Literatura/Ensaio
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789726103073
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Fernando Venâncio

Fernando Venâncio ((18 de novembro de 1944, Mértola – 30 de maio de 2025, Mértola) inaugurou a sua carreira linguística aos dois anos, quando passou do aconchego alentejano para a capital, extasiando-se com os modos de exprimir-se dos lisboetas. Aos dez anos, novo êxtase o esperava, agora em Braga, essa herdeira do território criador do idioma, e orgulhosa disso até à intolerância. Em 1970, quando Portugal se tinha tornado num fascinante mapa de falares, sotaques e soluções gramaticais, vai instalar-se num mundo inteiramente outro, o de língua neerlandesa. Aí se forma, em Amesterdão, em Linguística Geral, iniciando também a docência universitária em língua e cultura portuguesas: primeiro em Nimega, depois em Utreque, finalmente, e de novo, na capital holandesa. Nunca deixaram de inquietá-lo as formas e as estruturas da sua língua materna, e também os processos históricos na origem delas.

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