José Cayolla

Um Aristocrata do Teatro

de Jorge Ribeiro
Editor: Campo das Letras, junho de 2008 ‧
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A homenagem do XXXI FITEI a José Cayolla, falecido há 10 anos, integra a edição do livro sobre a vida e a obra deste encenador que foi director executivo do FITEI.

«QUEM FOI JOSÉ CAYOLLA?
Que lhe ficamos a dever?, nós, esta Sociedade de novo afunilada na Cultura e nessa coisa assustadora que é o teatro independente e interventor?
A dimensão de José Cayolla tem-se relevado com o passar do tempo depois da sua morte, valoriza-se sempre que reflectimos sobre a sua acção, a sua personalidade, o que fez e - forçosamente - o que o impediram de fazer.
José Cayolla não foi o único na luta por uma visão outra das coisas, combatendo o sistema da mediocridade e os seus arautos. Mas a missão que ele escolheu torna irrecusável o exemplo de um percurso, de uma vida dedicada ao Teatro.
Nesse sentido, aqueles com quem trabalhou, com quem privou e discutiu a Arte Cénica dentro desse oásis para onde ele mais transportou o seu saber que é o Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, entenderam necessária uma homenagem dez anos após a sua saída de Cena.
Este livro é uma contribuição justa para o entendimento de uma figura importante do nosso Teatro. No seu tempo, ontem, e no nosso, hoje.»

José Cayolla

Um Aristocrata do Teatro

de Jorge Ribeiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896253066
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: junho de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 210 x 210 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 134
Tipo de produto: Livro
Coleção: Campo do Teatro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789896253066

SOBRE O AUTOR

Jorge Ribeiro

Jorge Ribeiro nasceu no Porto em 1949. Jornalista, começou a escrever no semanário "Actualidades", no "Norte Desportivo", e a fazer rádio nos Emissores do Norte Reunidos (1969). Na tropa obrigaram-no a ser atirador, antes de tirar a especialidade de Fotografia e Cinema. Foi mobilizado para Moçambique, como repórter de guerra. Regressou a 24 de Abril de 1974. Nos meses seguintes fez parte da equipa de Manuel Alegre na Emissora Nacional e ingressou n' "O Primeiro de Janeiro". Integrou o colectivo que protagonizou no Porto o "caso da Rádio Renascença". Estudou jornalismo em Paris e em Praga. Estagiou (agências) na EFE, em Madrid, e (diários) no Izvestia, em Moscovo. Em 1978 foi trabalhar para o "JN", onde foi chefe de redacção. Foi presidente do TEP e secretário-geral da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

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