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Joe Orton. Tot El Teatre Ii

de Joe Orton
idioma: espanhol, catalão
Editor: El Cep i la Nansa Edicions, agosto de 2021 ‧
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Té una obra necessàriament breu ?set peces teatrals, uns quants guions televisius, un diari i algunes novel·les incompletes?, però va influir molt en la literatura anglesa posterior a la generació dels Angry Young Men. Orton ens col·loca com a espectadors en una posició de voyeurs, encarant-nos a converses pujades de to i pràctiques escandaloses que, en l'època de l'estrena, s'haurien mantingut circumscrites a un àmbit privadíssim. Però sobretot, l'autor, en una declaració d'intencions clara sobre les llibertats sexuals, deixa que en la peça s'escolin aquí i allà desafiaments a la doble moral burgesa. L'estratagema amb què Orton, homosexual en una època que aquesta condició era malvista i perseguida legalment, canalitza la frustració davant una societat que vol controlar i posar límits als impulsos naturals.En aquest segon volum trobarem les obres: Pel forat del Pany (What the Butler Saw, 1969), El camp Erpingham (The Erpingham Camp, 1967), El criat fidel (The Good And Faithful Servant, 1970) i Jocs fúnebres (Funeral Games, 1970).

Joe Orton. Tot El Teatre Ii

de Joe Orton

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418522185
Editor: El Cep i la Nansa Edicions
Data de Lançamento: agosto de 2021
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 706
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Artes em Geral
EAN: 9788418522185

SOBRE O AUTOR

Joe Orton

Joe Orton (1933-1967) Dramaturgo britânico.
John Kingsley Orton cresceu nos Saffron Lane Estates em Leicester, uma cidade industrial das Midlands. Depois de deixar a escola aos dezasseis anos, nunca manteve um emprego por muito tempo e voltou-se para os grupos de teatro amadores. Em 1950 conseguiu entrar para a RADA (The Royal Academy of Dramatic Art) com o apoio de uma bolsa da Câmara de Leicester onde conheceu Kenneth Halliwell, que viria a ter uma influência decisiva na sua vida futura.
Depois de 1957 Joe Orton produzia principalmente trabalhos seus, embora demorasse mais uma meia dúzia de anos a descobrir a sua voz autêntica.
A conjunta existência claustrofóbica teve uma crise em Maio de 1962 quando Orton e Halliwell foram acusados de danificar malevolamente 83 livros e arrancar 1653 ilustrações de livros de bibliotecas. Desde 1959 que, com a ajuda de Halliwell, Orton roubava livros de bibliotecas públicas, retirando imagens e usando-as para compor colagens bizarras, organizadas por Halliwell, que cobriam as paredes do quarto deles. A actividade era essencialmente uma prática subversiva e uma espécie de resposta pueril dirigida a um mundo literário que excluía Orton, apesar de, como Orton disse, "todo o lixo que era publicado". A prisão confirmou o ponto de vista que Orton tinha sobre a sociedade - "A puta velha da sociedade levantou as saias, e o fedor foi nauseabundo" - mas de algumas maneiras a experiência deve ter ajudado: "Estar na prisa", disse Orton, "trouxe distanciamento à minha escrita. Subitamente eu já não me envolvia, e a coisa funcionava". A BBC aceitou a versão radiofónica da peça "The Ruffian On The Stair", e ele começou a trabalhar numa peça maior, "Entertaining Mr. Sloane", o seu primeiro triunfo. As suas peças ("Loot", "The Good" e "Faithful Servant") conhecem enormes triunfos em Londres e na Europa.
Joe Orton morreu assassinado em 1967, tendo deixado inédita "Pelo Buraco da Fechadura".

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