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El Botí

de Joe Orton
idioma: espanhol, catalão
Editor: Edicions Bromera, S.L., dezembro de 1994 ‧
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El botí (Loot), 1967, ens fa viure les peripècies d'un taüt i els seus ocupants intermitents: el corresponent cadàver i el substanciós botí fruit de l'assalt a un banc. Completen el seguici funerari, i no precisament esperant rebre el condol, el fill que no lleva l'ull del fèretre, l'amic que l'ajuda, el pare que controla les corones, la infermera que procura per la salut espiritual dels pacients i el policia exemplar, gràcies al qual, finalment, qui no la fa, la paga.

El Botí

de Joe Orton

Propriedade Descrição
ISBN: 9788476602027
Editor: Edicions Bromera, S.L.
Data de Lançamento: dezembro de 1994
Idioma: Espanhol, Catalão
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Jovem Adulto
EAN: 9788476602027

SOBRE O AUTOR

Joe Orton

Joe Orton (1933-1967) Dramaturgo britânico.
John Kingsley Orton cresceu nos Saffron Lane Estates em Leicester, uma cidade industrial das Midlands. Depois de deixar a escola aos dezasseis anos, nunca manteve um emprego por muito tempo e voltou-se para os grupos de teatro amadores. Em 1950 conseguiu entrar para a RADA (The Royal Academy of Dramatic Art) com o apoio de uma bolsa da Câmara de Leicester onde conheceu Kenneth Halliwell, que viria a ter uma influência decisiva na sua vida futura.
Depois de 1957 Joe Orton produzia principalmente trabalhos seus, embora demorasse mais uma meia dúzia de anos a descobrir a sua voz autêntica.
A conjunta existência claustrofóbica teve uma crise em Maio de 1962 quando Orton e Halliwell foram acusados de danificar malevolamente 83 livros e arrancar 1653 ilustrações de livros de bibliotecas. Desde 1959 que, com a ajuda de Halliwell, Orton roubava livros de bibliotecas públicas, retirando imagens e usando-as para compor colagens bizarras, organizadas por Halliwell, que cobriam as paredes do quarto deles. A actividade era essencialmente uma prática subversiva e uma espécie de resposta pueril dirigida a um mundo literário que excluía Orton, apesar de, como Orton disse, "todo o lixo que era publicado". A prisão confirmou o ponto de vista que Orton tinha sobre a sociedade - "A puta velha da sociedade levantou as saias, e o fedor foi nauseabundo" - mas de algumas maneiras a experiência deve ter ajudado: "Estar na prisa", disse Orton, "trouxe distanciamento à minha escrita. Subitamente eu já não me envolvia, e a coisa funcionava". A BBC aceitou a versão radiofónica da peça "The Ruffian On The Stair", e ele começou a trabalhar numa peça maior, "Entertaining Mr. Sloane", o seu primeiro triunfo. As suas peças ("Loot", "The Good" e "Faithful Servant") conhecem enormes triunfos em Londres e na Europa.
Joe Orton morreu assassinado em 1967, tendo deixado inédita "Pelo Buraco da Fechadura".

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