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Je Et Tu

de Martin Buber
idioma: francês
Editor: AUBIER, março de 2012 ‧
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Martin Buber (1878-1965) est essentiellement le philosophe de la réciprocité. Il est en effet à l'origine de l'attention toute particulière accordée à la problématique de l'autre dans les philosophies existentielles du XXe siècle. Publié à Heidelberg en 1923, le Je et tu (Ich und Du) suscita, influença ou accompagna les réflexions de Husserl sur la coexistence des intentionnalités, celles de Scheler sur la "sympathie", celles de Jaspers sur la "communication", de Heidegger sur le "mit sein", de Sartre sur le "pour-autrui" et de Lacan sur "l'autre". Si tous n'ont pas forcément lu ou médité Martin Buber, chacun au moins, par son cheminement autonome, exprime l'importance primordiale de la réflexion sur l'autre. Notamment Levinas, chez qui la philosophie du visage comme signe divin fait écho à la doctrine bubérienne du Face-à-Face. Gaston Bachelard exprime le centre incandescent de l'oeuvre de Buber, dans sa Préface au Je et tu : "Il faut avoir rencontré Martin Buber pour comprendre dans le temps d'un regard la philosophie de la rencontre, cette synthèse de l'événement et de l'éternité. Alors on sait d'un seul coup que les convictions sont des flammes et que la sympathie est la connaissance directe des âmes. C'est ici qu'intervient la catégorie bubérienne la plus précieuse : la réciprocité".

Je Et Tu

de Martin Buber

Propriedade Descrição
ISBN: 9782700704297
Editor: AUBIER
Data de Lançamento: março de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 134 x 219 x 11 mm
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Philosophie Aubier
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Outros
EAN: 9782700704297

SOBRE O AUTOR

Martin Buber

Martin Buber nasceu em Viena, a 8 de fevereiro de 1878, e faleceu em 1965, em Jerusalém. Terá sido através do seu avô, Salomon Buber, talmudista residente na Galícia (na atual Ucrânia), que se abeirou do Hassidismo. O contacto com a sabedoria hassídica e o aprofundamento dos seus ensinamentos ter-lhe-ão causado uma tão profunda e espiritual comoção que acabaram por lhe determinar os futuros percursos vivenciais e toda a sua posterior atividade de reflexão filosófica, como é notório desde as suas primeiras obras: As Histórias de Rabi Nachman e a Lenda de Baal Schem. Depois de terminar o curso universitário, abraçou também a causa sionista de que era simpatizante, tendo colaborado, como redator, no jornal Die Welt, órgão do movimento. Neste quadro, Buber defendia a criação de um Estado judaico «binacional, israelita-palestino»; em seu entender, um Estado só para os Judeus conduziria à «grande burla moderna». De 1924 a 1933, em Francoforte, dedicou-se ao ensino, a par do estudo do pensamento de alguns filósofos, com especial destaque para Kierkegaard (1813-1855). Em 1938, deixa a Europa para se estabelecer na Palestina, passando a lecionar Ciência Religiosa e Ética Judaicas na Universidade de Jerusalém.

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