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Confesiones Extáticas

de Martin Buber
idioma: espanhol
Editor: Hermida Editores S.L., abril de 2019 ‧
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Los testimonios que recoge Buber se centran en el alma y sus misterios, pero no desde un prismapsicológico o fisiológico, sino desde la experiencia anímica misma y su extroversión. Buber se interesa por la expresión anímica del hombre manifestada, vivida, sentida y contada por el hombre mismo, dejando a un lado cualquier referencia moral al orden, la verdad, el poder o la salud.Desdeña el análisis psicologicista del alma y, por ende, el estudio de la demencia o el histerismo, muy de la época, y se centra en la experiencia descriptiva del éxtasis anímico narrada por sus protagonistas. De ellas lo que más atrae a Buber es su estética de corte poético y exaltado, y sobre todo su naturaleza inefable.

Confesiones Extáticas

de Martin Buber

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494937613
Editor: Hermida Editores S.L.
Data de Lançamento: abril de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788494937613

SOBRE O AUTOR

Martin Buber

Martin Buber nasceu em Viena, a 8 de fevereiro de 1878, e faleceu em 1965, em Jerusalém. Terá sido através do seu avô, Salomon Buber, talmudista residente na Galícia (na atual Ucrânia), que se abeirou do Hassidismo. O contacto com a sabedoria hassídica e o aprofundamento dos seus ensinamentos ter-lhe-ão causado uma tão profunda e espiritual comoção que acabaram por lhe determinar os futuros percursos vivenciais e toda a sua posterior atividade de reflexão filosófica, como é notório desde as suas primeiras obras: As Histórias de Rabi Nachman e a Lenda de Baal Schem. Depois de terminar o curso universitário, abraçou também a causa sionista de que era simpatizante, tendo colaborado, como redator, no jornal Die Welt, órgão do movimento. Neste quadro, Buber defendia a criação de um Estado judaico «binacional, israelita-palestino»; em seu entender, um Estado só para os Judeus conduziria à «grande burla moderna». De 1924 a 1933, em Francoforte, dedicou-se ao ensino, a par do estudo do pensamento de alguns filósofos, com especial destaque para Kierkegaard (1813-1855). Em 1938, deixa a Europa para se estabelecer na Palestina, passando a lecionar Ciência Religiosa e Ética Judaicas na Universidade de Jerusalém.

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