Jamais Fomos Modernos

de Bruno Latour
idioma: português, português do brasil
Editor: Editora 34, Janeiro de 1994 ‧
Poluição de rios, embriões congelados, buraco de ozônio, robôs munidos de sensores. O que explica o sentimento de pavor que eles nos causam? Os modernos não pararam de criar objetos híbridos sobre os quais se recusam a pensar. O antropólogo e filósofo Bruno Latour estuda a construção ideológica da modernidade e defende a tese de que o homem, até mesmo aquele que se autodenomina pós-moderno, mal chegou a ser moderno.

Jamais Fomos Modernos

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
Editor: Editora 34
Data de Lançamento: Janeiro de 1994
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 140 x 210 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 149
Tipo de produto: Livro
Coleção: Trans
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788585490386

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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