Inventário do Pó
SINOPSE
Os contos começam quando o pintor começa, em 1935, e seguem uma cronologia que se aproxima e afasta da vida dele, das pessoas em torno dele, das obras que criou, das obras que o marcaram, e dos momentos coletivos que a sua história individual intercetou. Os contos acabam quando o pintor acaba, e a música para de tocar, mas o legado do que nos deixou, perdura. Perdura também a memória do seu brincar, nas narrativas dos amigos próximos com quem a autora conversou. É isso, arte e amizade, o que continuará a dar origem a outras coisas. Este livro é uma dessas outras coisas.
"Um Argentino no Deserto é o tipo de música com que Russolo e os outros futuristas sonharam, nos seus manifestos, mas que nunca realizaram/concretizaram verdadeiramente."
Brian Lavelle, Vital Weekly
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722127509 |
| Editor: | Editorial Caminho |
| Data de Lançamento: | junho de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 243 x 19 mm |
| Páginas: | 296 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722127509 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma bipoic insólita.
Diogo Pinto
Biografia ficcionada, repartida em diversos contos, de um artista plástico, a partir de um disco de electrónica do mesmo. O conceito é interessante e insólito. O resultado é igualmente positivo, à excepção de 3 ou 4 contos.
Um belíssimo título
Maria Teresa Meireles
Para um livro de uma escritora com características muito especiais.
Confirmação
Rui P.
Uma obra que confirma o talento de Joana Bértholo como um dos autores mais promissores da nossa literatura para as próximas décadas.
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