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Índias

Trilogia dos Navegantes - Livro dois

de João Morgado
Editor: Clube do Autor, setembro de 2024 ‧
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O surpreendente romance biográfico de vasco da gama, o heróI imperfeito da história de Portugal.

Pêro da Covilhã rumou às Índias por terra, mas não regressou. Vasco da Gama chegou até lá por mar e regressou para receber todas as mordomias. D. Manuel I determinou que este seria então o capitão-mor de todas as armadas que partissem do reino em direção às Índias. Porém, logo na primeira armada, a maior, a mais lustrosa, o seu nome foi afastado e a glória coube a Pedro Álvares Cabral. Porquê?

Porque era odiado pela Igreja, pelos nobres, pelos comerciantes, pela Ordem Militar da Cruz de Cristo e pela Ordem de Santiago? Porque era odiado por todos e tinha a admiração de D. Manuel I?

Para encontrar a resposta que os livros de história esqueceram, vamos revisitar a vida de Vasco da Gama, a sua personalidade, as suas relações, os seus ódios e a sua ligação ao rei D. Manuel I.

É sabido que a história dos homens e dos povos é pó solto em vendaval, leva por isso muita reviravolta. Como pôde um homem tão cruel ser endeusado por Camões n'Os Lusíadas e ganhar o estatuto de figura cimeira dos Descobrimentos Portugueses?
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Vasco da Gama – 6 livros para viajar até à Índia com o explorador que abriu uma nova era

Vasco da Gama, o protagonista da descoberta do caminho marítimo para a Índia, nasceu em Sines por volta de 1468, e a sua vida ficou para sempre ligada à História de Portugal e da transição para uma nova era nas relações entre a cristandade e o Islão, o Ocidente e o Oriente. Pela primeira vez, a Europa poderá aceder por mar a um comércio que existia há séculos, mas que canalizava preciosos bens como gengibre, cravo e canela, através do Mar Vermelho e do Golfo Pérsico para depois serem transportados, em caravanas de camelos, para o Mar Mediterrâneo. Mas o que foi preciso para alcançar este feito, não menos complexo do que, séculos depois, as primeiras alunagens?
Nomeado por D. Manuel I, Vasco da Gama partiu, em julho de 1498, com quatro embarcações e cerca de 150 homens, numa atribulada viagem, a mais longa sem terra à vista, até desembarcar em Calecute a 18 de maio de 1498, permitindo o mapeamento do caminho marítimo para a Índia. Dos homens embarcados, apenas 55 regressaram com vida a Lisboa. A empreitada exigiu muito planeamento, determinação e superação. Tudo passou por Vaso da Gama: a obtenção de financiamento, a liderança da tripulação e supervisão dos suprimentos dos navios; a liderança militar nas batalhas travadas; e, mais tarde, o estabelecimento de uma feitoria em Cochim – as raízes da criação do Estado Português da Índia, em 1505. Com um conjunto de possessões, cidades portuárias, entrepostos e fortalezas conquistados ou instalados pelos portugueses, este Estado permaneceu até 1961, altura em que Portugal perdeu o controlo dos territórios que ainda dominava no subcontinente indiano.
Ambicioso, persistente e intransigente, de Vasco da Gama, então vice-rei da Índia, viria a morrer de malária na cidade de Cochim, a 24 de dezembro de 1524, com 55 anos. Passados 500 anos, Portugal evoca a vida deste grande navegador. A ÚLTIMA CRUZADA
Esta é uma obra-prima que combina história, aventura e intriga política, oferecendo uma interpretação fascinante das viagens de Vasco da Gama e do seu impacto global. Longe de ser apenas um relato de navegações, mergulha nas motivações religiosas, económicas e estratégicas que moldaram a era dos Descobrimentos, apresentando um enredo digno de um thriller histórico.
Com uma escrita envolvente e rica em detalhes, o historiador e biógrafo Nigel Cliff retrata Vasco da Gama não apenas como o explorador que desbravou o caminho marítimo para a Índia, mas como um protagonista central na luta entre a cristandade e o Islão, num contexto marcado por rivalidades religiosas e pelo desejo de controlar o comércio oriental. A obra revela, de forma surpreendente, as semelhanças entre Vasco da Gama e Cristóvão Colombo, ambos movidos pelo ideal de uma nova Cruzada para conquistar as Índias e dominar as riquezas do Oriente. Num ritmo ágil e cativante, este livro leva-nos a ver, como se lá tivéssemos estado, os episódios vividos pelos navegadores, mostrando-nos ainda a influência duradoura dessas viagens na formação do mundo moderno. VASCO DA GAMA
Descobrir a rota marítima para as Índias e aceder às fabulosas riquezas do Oriente foi o que verdadeiramente mudou a História do mundo para sempre, segundo o historiador Sanjay Subrahmanyam. Além do choque comercial, este feito originou «uma revolução religiosa, um terramoto cultural», que tornariam este explorador no «primeiro homem a sair da idade Média e a entrar na Idade Moderna.» É o que demonstra este livro, reeditado precisamente 25 anos após a sua publicação inicial, provando que este é um tema que nunca perde o interesse.
Com base em documentos clássicos e fontes inéditas, Sanjay Subrahmanyam oferece, pela primeira vez, um retrato autêntico da vida e do contexto social de Vasco da Gama. A obra explora o delicado equilíbrio entre a realidade da sua carreira e a construção da sua lenda, abordando temas como o mito, o nacionalismo e a sua instrumentalização histórica, sem jamais perder de vista a grandiosidade daquele que é considerado o maior navegador de todos os tempos. ÍNDIAS
Índias, o livro 2 da Trilogia dos Navegantes, da autoria de João Morgado, é um romance biográfico surpreendente de Vasco da Gama, o herói “imperfeito” da História de Portugal. D. Manuel I escolheu-o como capitão-mor de todas as armadas destinadas às Índias. No entanto, na primeira grande armada, Gama foi afastado e a glória recaiu sobre Pedro Álvares Cabral. Terá sido devido ao ódio que despertava na Igreja, na nobreza, nos comerciantes, na Ordem Militar da Cruz de Cristo e na Ordem de Santiago? Como podia ser desprezado por tantos e, ao mesmo tempo, admirado pelo rei? Para responder a estas questões, este livro revisita a vida de Vasco da Gama, explorando a sua personalidade, as suas relações, os seus conflitos e a proximidade com D. Manuel I. Apesar de, em várias situações, ter tomado decisões vistas (sobretudo à luz dos dias de hoje) como cruéis, Vasco da Gama, imortalizado n'Os Lusíadas, é evocado como a figura central dos Descobrimentos Portugueses. NAVEGAÇÕES
Como é que as viagens de descoberta portuguesas se situam no contexto mais amplo da Europa medieval e renascentista? Estas expedições foram impulsionadas por um complexo entrelaçar de fatores: o espírito de cruzada, o comércio de longa distância com a Ásia e a África, e os avanços em cartografia e construção naval.
Malyn Newitt vai além das rotas marítimas e dos feitos heroicos, explorando os impactos globais de longo prazo dessas viagens, como o comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais. Analisa ainda o papel fundamental da dinastia governante portuguesa, incluindo figuras femininas, no florescimento do Renascimento português e na definição de uma ideologia estatal única. Portugal é enquadrado como um ator central no cenário europeu e mundial. O MEU PRIMEIRO VASCO DA GAMA
O nome do livro já vai anunciando do que trata: há muito para saber sobre Vasco da Gama, e o melhor mesmo é começar ainda em pequenino. Na primeira página, pergunta-se aos pequenos leitores o que sentem quando escutam o mar… Porque o mar traz sempre ecos do passado, além de nos dar a ideia de que há um mundo de possibilidades a explorar.
Vasco da Gama é apresentado aos miúdos nas suas qualidades de navegador, explorador e embaixador da aventura oceânica. Nas suas páginas, vão descobrir como as velas de Vasco exploraram os recantos mais (e menos) conhecidos da vida do jovem mareante e ver como ele conseguiu superar uma missão náutica quase impossível. NA ROTA DE VASCO DA GAMA
Gerónimo Stilton é, também ele, um explorador – se bem que não tão intrépido como Vasco da Gama… Conta ele: «Com mil mozarelas, fomos convidados para ir a Lisboa, Portugal, para uma aventura extrarrática… refazer a viagem por mar do grande Vasco da Gama! Nem imaginam! Ao que parece, o famoso navegador português é antepassado dos Stiltons! E assim começa uma aventura de perder o fôlego!» Com esta premissa de ser descendente de Vasco da Gama, o rato mais aventureiro dos livros para os mais novos acaba sempre por ensinar muito coisa a brincar, sempre com imprevistos e gargalhadas à mistura.

Índias

Trilogia dos Navegantes - Livro dois

de João Morgado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897247545
Editor: Clube do Autor
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 296
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897247545

SOBRE O AUTOR

João Morgado

João Morgado nasceu na Covilhã. Já foi operário têxtil, jornalista, empreendedor, formador, consultor e chefe de gabinete de três presidentes de câmara. Hoje dedica-se inteiramente à escrita e à (acredita ele) conclusão do doutoramento em Comunicação na Universidade da Beira Interior. Autor plural em temas, linguagens e estilos, percorre o romance histórico, o contemporâneo, a poesia, o teatro e o conto. Nove prémios literários, obras traduzidas em inglês, russo, sérvio, indonésio e chinês. Em 2025, Dust in the Gale foi selecionado para o Dublin Literary Award 2026. Distinguido no Brasil com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Cívico e Cultural e com o Troféu Cristo Redentor pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã.

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